A escolha de Lóssio e a queixa do não escolhido.

Em uma sucessão municipal, estadual ou federal, os parâmetros
para escolha de um nome devem ser criteriosos, e devem sair do patamar do “Eu
quero esse”.
O líder que escolhe seu pupilo, no mínimo deve ouvir seus
conselheiros que olham por outro prisma as questões do dia a dia.
Em recente encontro com seu STAFF, Julio Lossio tratou do
assunto com um tom de alegria quando da escolha de Edinaldo Lima para sucessão municipal.
Os nomes que o prefeito chamou para a escolha foram Lucia Giesta, Edinaldo  Lima, Orlando Tolentino, Heitor Leite,Julio
Lóssio (Tio Julinho),Nilton Matsumoto e Célia Regina.
Esses, segundo Lossio, concordaram em apoiar o plano político qualquer
que fosse o escolhido.
Pois bem, Edinaldo foi o escolhido, e depois da escolha,
dois dos aliados se rebelaram contra a decisão e saíram disparando contra o prefeito
e seu governo.
 Lossio disse: “Um dos que não foi o escolhido falou que eu não
soube conduzir o processo. Eu disse: Pra você então fazer a escolha é impor, e
dizer é esse? Se assim fosse eu escolheria Tio Julinho que é meu parente! Mas
não sou coronel, nem tampouco faço escolhas por que é meu parente”, finalizou.
Em uma sucessão municipal, estadual ou federal, os parâmetros
para escolha de um nome devem ser criteriosos, e devem sair do patamar do “Eu
quero esse”.
Por Cauby Fernandes e Carlos Ferreira Xavier

Sobre o autor

Cauby Fernandes
Cauby Fernandes

O blog @lingua tem a assinatura de Cauby Fernandes,Radialista/Comunicador Social com DRT-PE 3685. Cauby Fernandes também é Teólogo graduado em nível superior pela Faculdade Cenecista de Osório (FACOS). O Blog @ Língua tem parceiros importantes que fazem do blog uma ferramenta de informação precisa para todas as idades e tipos de pessoas.

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