Arquivo - Maio 2017

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O que é Acordo de Leniência?
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JBS fecha acordo de leniência e irá pagar R$ 10,3 bilhões
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Depois de mais uma catástrofe, Paulo Câmara quer reunião com Temer para conclusão de barragens
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Projeto estabelece teto para recursos dos candidatos em campanhas
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Joalina e Viva Petrolina podem perder a as linhas de transporte
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Serraglio recusa convite para assumir ministério
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Será que Ruy Wanderley ainda será o líder de Miguel Coelho na Câmara, depois do recesso?
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Conclusão de barragens planejadas há 7 anos reduziria força da cheia, diz Apac
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Os perigos por trás da comemoração nas festas juninas
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Auditoria não identifica participação de Lula na corrupção da Petrobras
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São João meia boca em Petrolina… Será?
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Governo Federal confirma liberação do ‘Cartão de Reforma Emergencial’ Para Pernambuco
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Ex-ministro da Transparência vai assumir pasta da Justiça
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Pais e filhos. Como tirar lições positivas dos escândalos políticos
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Alckmin diz que PSDB não tem compromisso com Temer
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Campanha de imunização contra a gripe é prorrogada

O que é Acordo de Leniência?

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O acordo de leniência é firmado entre a pessoa jurídica que cometeu ato ilícito contra a administração pública, nacional ou estrangeira, mas que se dispõe a auxiliar nas investigações que levem a captura de outros envolvidos no crime, em troca de benefícios para sua pena.

O significado literal do acordo de leniência é garantir a “suavização” da punibilidade ao infrator que participou de atividade ilícita, mas que em troca passa a colaborar com as investigações com o intuito de denunciar outros infratores envolvidos no crime.

As definições do acordo de leniências estão estabelecidas na lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida por Lei Anticorrupção.

O programa de leniência também faz parte do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência, conforme descrito na lei nº 12.529, de 30 de novembro de 2011.

Além da necessidade de apresentar provas e informações que sejam relevantes para as investigações e captura de outros infratores, as empresas que se comprometem com o acordo de leniência devem implementar mecanismos internos que melhorem a integridade da sua organização (conhecido por programa de compliance), evitando que ocorram novos atos criminosos, que faltem com a ética e moral na administração pública.

“IV – a pessoa jurídica se comprometa a implementar ou a melhorar os mecanismos internos de integridade, auditoria, incentivo às denúncias de irregularidades e à aplicação efetiva de código de ética e de conduta” (Art. 16. Lei nº 12.846/2013)

O órgão responsável por celebrar os acordos de leniência no âmbito do Poder Executivo Federal é a Controladoria-Geral da União (CGU). No entanto, este benefício também pode ser concedido pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), como estabelece a lei nº  12.529/11.

A incorporação do programa de acordo de leniência no sistema jurídico brasileiro é fruto da observação de experiências vividas nos Estados Unidos, principalmente a partir do começo da década de 1990.

 

Benefícios do Acordo de Leniência     Resultado de imagem para leniência

Como “recompensa” pelo auxílio durante as investigações, na tentativa de se redimir pela participação no ato ilícito, o infrator sob acordo de leniência poderá ter a isenção total da multa, ou a sua redução em até 2/3 (dois terços) do valor total.

Outros possíveis benefícios podem incluir: isenção da proibição de receber do Governo Federal incentivos, subsídios e empréstimos; isenção de obrigatoriedade de publicação a punição e isenção ou atenuação da proibição de contratar com a Administração Pública.

No entanto, o acordo de leniência não exime a empresa de reparar todos os danos causados por decorrência de seus atos.

Acordo de leniência e Delação premiada

Ambos consistem em acordos firmados entre infratores e os respectivos órgãos responsáveis pelos processos de investigações criminais.

A principal diferença entre o acordo de leniência e a delação premiada está na concessão de ambas as práticas: o acordo de leniência é firmado por órgãos administrativos do Poder Executivo; a delação premiada, por sua vez, é celebrada pelo Poder Judiciário, em parceria com o Ministério Público.

Em ambos os casos, o acusado deverá se comprometer em compactuar com as investigações do ato criminoso do qual participou.

@lingua

JBS fecha acordo de leniência e irá pagar R$ 10,3 bilhões

 

 

O Ministério Público Federal (MPF) anunciou, na noite desta terça-feira, que o grupo J&F, que controla a JBS, aceitou pagar R$ 10,3 bilhões em um acordo de leniência. De acordo com o MP, o documento será assinado nos próximos dias, e a empresa irá detalhar fatos investigados em cinco operações: Greenfield, Sépsis, Cui Bono, Carne Fraca e Bullish.

Segundo a nota divulgada, do total pago, R$ 8 bilhões serão distirbuídos entre Funcef (25%), Petros (25%), BNDES (25%), União (12,5%), FGTS (6,25) e Caixa Econômica Federal (6,25%). O restante, R$ 2,3 bilhões, será pago por meio de projetos sociais, nas áreas de educação, saúde, e prevenção da corrupção.

O pagamento será iniciado em dezembro, e terá o prazo de 25 anos. Nesse período, os valores serão corrigidos pela inflação, o que, segundo o MPF, pode elevar o total para R$ 20 bilhões. Toda a multa ficará no Brasil.

Os R$ 10,3 bilhões correspondem a 5,62% do faturamento da J&F em 2016. De acordo com o Ministério Público, este é “o montante é o maior decorrente de acordos de leniência já firmados no Brasil e no mundo”. A Odebrecht, por exemplo, pagou R$3,28 bilhões, enquanto a Braskem desembolsou R$ 3,1 billhões e a Andrade Gutierrez, R$ 1 bilhão.

Com dificuldades em fechar o acordo, e após ter recusada uma proposta de pagar multa de R$ 8 bilhões, o grupo J&F trocou o escritório de advocacia que negociava o assunto com o MPF. O escritório Bottini & Tamasauskas Advogados, liderado por Pierpaolo Bottini, assumiu a defesa. Antes, a empresa era representada pelo escritório Trench Rossi Watanabe.

A expectativa é de que a multa seja só o primeiro obstáculo a ser imposto à empresa. O grupo ainda terá de travar uma batalha com a Justiça americana, na qual as leis anticorrupção são mais severas, com multas pesadas e sanções.

Outra dificuldade refere-se à provável necessidade de venda de ativos no futuro, que pode esbarrar em maiores exigências dos compradores.

@lingua

*Com informações do O globo

Depois de mais uma catástrofe, Paulo Câmara quer reunião com Temer para conclusão de barragens

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É incrível como as velhas práticas eleitoreiras continuam sendo usadas no Estado de Pernambuco.  Por causa do conjunto de barragens  que ainda não foi concluído, mais uma catástrofe anunciada afetou o Estado. Tudo isso por culpa de um governo que só fecha as portas depois que o ladrão entrou na residencia . É assim que a politica pernambucana continua  trabalhando.

Várias famílias morrem, vidas são ceifadas pela falta de coerência dos governos. Agora, com tudo já quebrado, os “bons mocinhos”,  vão fazer o trabalho que já era pra ter sido concluído há anos. Vergonhoso!

Nesta quarta feira (31/05), o Governo Federal deve publicar no Diário Oficial da União a homologação dos pedidos de emergência no Estado de Pernambuco, que foi afetados pelas fortes chuvas do último final de semana.O Governo de Pernambuco solicitou cerca de R$ 20,5 milhões para liberação imediata, para as ações emergenciais.

A previsão para Pernambuco,  é para que três novas barragens entrem  no pacote proposto pelo Governador. Sendo  uma no Agreste, Barragem de São Bento do Una, e duas na Região Metropolitana, a do Engenho Pereira e do Engenho Maranhão, que haviam sido incluídas na Emenda de Bancada de 2016 e não tinham sido empenhadas, alem daquelas que terão concluídas as obras.

O cálculo preliminar do Ministério da Integração Nacional é que as obras deverão custar entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões para serem concluídas.  “Entregamos todo o nosso plano de trabalho das ações emergenciais e o ministro Hélder se prontificou a agilizar  esse processo de liberação de recursos no âmbito do Ministério da Integração Nacional”, disse o governador.

@lingua

 

Projeto estabelece teto para recursos dos candidatos em campanhas

© Divulgação

Começou a tramitar o Projeto de Lei do Senado (PLS) 149/2017, que define limite de aplicação de recursos próprios em campanhas eleitorais. Segundo o projeto, o candidato poderá usar seus recursos na campanha até, no máximo, 5% do limite de gastos estabelecido pela Lei Geral das Eleições (Lei 9.504/1997) para o cargo ao qual concorre. O projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) onde aguarda a indicação de relator. As informações são da Agência Senado.

Nas eleições de 2016 para vereador em São Paulo, por exemplo, o valor definido para os gastos em campanhas foi de cerca de R$ 2,5 milhões. Nesse sentido, de acordo com o PLS, o limite de recursos próprios poderia ser de no máximo cerca de R$ 125 mil.

A proposta é do senador Vicentinho Alves (PR-TO) e tem o objetivo de proporcionar eleições mais justas e evitar a representação de interesses pessoais em detrimento do coletivo. Segundo o senador, a legislação atual “permite uma vantagem absolutamente desproporcional para os candidatos ricos”.

Financiamento

As regras de financiamento de eleições já sofreram alterações significativas em 2015. A Lei 13.165/2015, chamada de “Minirreforma eleitoral”, transferiu a responsabilidade de fixar os limites de gastos em períodos de eleição para a Justiça Eleitoral. Anteriormente, o teto de gastos era estabelecido pelo partido político do candidato.

De acordo com Vicentinho, a mudança permitiu campanhas eleitorais mais objetivas e baratas, além de igualdade entre os candidatos. Contudo, observa o senador, a lei manteve a permissão de que o candidato utilize, em sua eleição, recursos próprios até o limite de gastos estabelecido para o cargo que disputa.

“Essa previsão, se já era condenável quando cabia ao próprio partido fixar o teto de despesas, torna-se totalmente anti-isonômica na atual sistemática, na medida em que permite uma vantagem absolutamente desproporcional para os candidatos ricos”, argumenta Vicentinho Alves.

Os detalhes dos limites de gastos eleitorais podem ser conferidos no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os valores são atualizados monetariamente a cada eleição de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

@lingua

Joalina e Viva Petrolina podem perder a as linhas de transporte

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A concessão do transporte coletivo em Petrolina está vencida.  A Lei 1.123/2002, que dispõe sobre a instituição de Transportes Urbanos e do Serviço de Transportes Coletivos , completou 15 anos. Quem detinha a concessão do serviço na cidade eram as empresas Joalina Transportes Ltda e Transportadora Nova Fronteira Ltda.

Diante da situação, a concessão continua funcionando de forma emergencial na cidade , enquanto se providencia a regularização do processo. Segundo a os responsáveis pelo processo em andamento , a população não podia ficar sem o serviço, foi o que justificou ao Blog @lingua , a prefeitura de Petrolina.Enquanto esse  período de regularização não chega ,  a vereadora Cristina Costa , deu entrada no Ministério Público para averiguar a situação , e de como sucederá o processo, já que inspirou o prazo das concessões.

Resultado de imagem para cristina costa vereadoraConforme Cristina Costa , durante o estudo das concessões , a vereadora  levantou os mais diversos aspectos do transporte coletivo local, verificando as condições atuais do sistema e as perspectivas futuras, levando em conta o processo de expansão urbana de Petrolina. Inclusive, observa que foi realizada uma pesquisa de opinião pública junto à população. Os resultados do estudo, segundo ela , vão servir de base agora para confecção do novo edital para a concessão do transporte coletivo.
Todo Petrolinense sabe e  reconhece que o transporte coletivo requer muitas melhorias e pondera que esse estudo realizado,  vai ajudar bastante a suprir as deficiências com a nova concessionária. Ela  aponta, por exemplo, que a organização atual das linhas é fruto da falta de planejamento adequado e que a intenção é que haja uma reorganização no sistema.

A partir de uma série de ações e medidas no trânsito em âmbito local, principalmente de cunho fiscalizatório , atesta que a demanda de usuários no transporte coletivo tende a aumentar  a cada dia. Atualmente um dos grandes conflitos do transporte coletivo de Petrolina é a “queda de braço” entre usuários e  as empresas concessionárias. De um lado, as empresas reclamam do alto número de pessoas com veículos na cidade, especialmente motocicletas. Do outro lado, os usuários reclamam da baixa qualidade do transporte coletivo, com poucos ônibus, poucas linhas, demora excessiva nos pontos de ônibus, entre outros. A partir de agora, a prefeitura tem 90 dias para lançar o Edital de Licitação. Caso isso não aconteça. um processo sobre improbidade administrativa será  lançado  no Governo novo tempo.

@lingua

Serraglio recusa convite para assumir ministério

© Reuters

 

Osmar Serraglio (PMDB-PR), agora ex-ministro da Justiça, comunicou aos integrantes da bancada peemedebista da Câmara que não vai aceitar o convite do presidente Michel Temer para assumir o comando do Ministério da Transparência no lugar de Torquato Jardim. Serraglio decidiu nesta terça-feira (30) que irá reassumir o mandato de deputado federal. As informações foram divulgadas pelo blog do Camarotti, do G1.

Aguarda-se que o peemedebista oficialize a decisão por meio de uma nota.

A decisão de Osmar Serraglio deve ter grande impacto para o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que é suplente da bancada do PMDB na Câmara.

Loures assumiu o mandato de deputado em março, quando Serraglio foi nomeado para o Ministério da Justiça. Se Serraglio voltar para a Câmara, Loures deixa de ser deputado e perde o foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal (STF).

A publicação recorda que o ex-assessor especial de Temer que foi flagrado pela Polícia Federal (PF) carregando uma mala com R$ 500 mil em propina pagos pelo empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS.

@lingua

 

Será que Ruy Wanderley ainda será o líder de Miguel Coelho na Câmara, depois do recesso?

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O recesso da Câmara de vereadores de Petrolina, está chegando. Daqui a pouco, os Edis terão 30 dias de (+) folga para analisar se estão fazendo um bom serviço, se estão sendo leais com quem os elegeu, enfim, 30 dias para muita reflexão. Quem vai refletir muito é o vereador Cícero Freire, que teve  uma cirurgia marcada para ser feita em um dos seus joelhos, mas infelizmente não foi realizada. Há quem diga , que  o vereador por não ter a cirurgia  realizada,  decidiu jogar bola, fazer Caminhadas, dançar um forrozinho e , tudo isso gravado em videos que circularam pelas redes sociais.  Será que foi o médico que mandou ele fazer isso? Quem saiu beneficiado foi Junior Gás, que ficou o mês de maio como vereador da cidade. Cícero Freire, retornará para sua cadeira, já no primeiro dia de junho, segundo nos informou o próprio vereador. Clique  aqui e veja o vídeo de Cicero Freire dançando um forró no dia 14 de maio de 2017.E a cirurgia? Vai ter mais não? Esses acordos de compadres, ainda vai dar em problemas.Resultado de imagem para cicero freire de petrolina

No entanto,  esse recesso vai ser quente! E  virá com novidades que, como diria o bom nordestino: Vai ser de arrombar! Cogita -se,  que os vereadores de situação andam armando um complô para pedirem a cabeça de Ruy Wanderley, hoje, líder da situação, nos bastidores, as conversas e reuniões  secretas com Miguel Coelho já começaram. A proposta dos vereadores é  colocar outro nome que segundo os vereadores, venha com mais pulso, já que para eles,  Ruy Wanderley é um extremamente  passivo, e que para ocupar a posição de líder da situação, é  preciso alguém que não se intimide , e que defenda com mais  vigor os interesses do poder executivo e da bancada da situação.

Na verdade, essa é mais uma  jogada  da bancada de situação que apoiam,  irrestritamente,  o Prefeito de Petrolina. Sim, eles não estão satisfeitos com a liderança  do vereador ! Eles não enxergam Ruy Wanderley como líder.  Ruy, que não é bobinho,  já percebeu a jogada, e se mantém confiante  ou se faz de desentendido para não dar “gosto” aos vereadores que querem a sua saída. Óbvio que mesmo dentro da bancada de situação, há os que defendam a permanência do líder,e querem que essa história pare por aqui. Os vereadores de situação, mesmo sendo da mesma fileira de combate, estão sempre batendo a cabeça quando o assunto é poder e demonstração de força politica. Não se entendem e são extremamente desunidos.

Até tu Brutus?

Nem mesmo os vereadores evangélicos, estão fora dessa conta. Os evangélicos, pelos menos até agora, não disseram a que vieram. Os afagos, as palavras lisonjeiras, o bater nas costas, demonstram claramente, que os evangélicos da Casa Plínio Amorim e,  que são da situação,  também obedecem a batuta do prefeito de Petrolina.

Ruy Wanderley  precisa estar atento. Ele foi, sem sombra de dúvidas,  o grande articulador na vitória de Miguel na eleição que o elevou ao cargo de prefeito. No entanto, os jogos vorazes já começaram, e pelo que parece , depois do recesso , poderemos ter novo líder  da bancada de situação na Casa Plínio Amorim. É pagar pra ver.

Gato escaldado tem medo de água fria…Isso quer dizer que quando um indivíduo passa por uma situação ruim (uma experiência ou mesmo um momento ruim que o machuca), ele evitará para que isso não aconteça de novo, criando instintivamente uma defesa contra qualquer situação semelhante – é basicamente uma barreira. O vereador  e líder, deve saber quais blocos e cimento deve usar para essa barreira estar fortalecida.

Por Cauby Fernandes

@ Lingua

 

 

Conclusão de barragens planejadas há 7 anos reduziria força da cheia, diz Apac

A inclusão de quatro das cinco barragens projetadas há sete anos pelo governo de Pernambuco para evitar enchentes na Zona da Mata, como a que ocorreu no domingo (28), deixando dois mortos, duas pessoas desaparecidas e mais de 30 mil desabrigados, é essencial para o funcionamento do sistema de contenção de rios na região. A afirmação é do presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac-PE), Marcelo Asfora. Segundo ele, caso as unidades tivessem sido finalizadas, seria possível reduzir a força da cheia.  “A Barragem de Serro Azul, a única que foi construída, absorveu um terço do impacto das águas. As outras atuariam em conjunto em absorveriam os outros dois terços”, afirmou.

As barragens citadas pelo presidente da Apac foram planejadas logo depois da enchente de 2010. Na época, 68 cidades foram afetadas na Zona da Mata Sul e no Agreste. Em conjunto, as cinco unidades teriam como objetivo fazer a contenção nos rios Uma, Pirangi, Sirinhaém, Panelas e seus afluentes.

De acordo com Asfora, em Palmares, uma das cidades mais importantes da Mata Sul pernambucana, o nível do Rio Una atingiu 4,1 metros acima do nível de transbordamento. “Mesmo com Serro Azul em funcionamento, tivemos esse impacto todo. Por isso, a atuação em conjunto de todas as unidades seria importante., observou.

O projeto previa as Barragens de Serro Azul, Igarapeba, Panelas II, Gatos e Barra de Guabiraba. Com investimento de R$ 500 milhões, sendo R$ 300 milhões do governo estadual e R$ 200 do orçamento federal, Serro Azul ficou pronta. Hoje, acumula 35 milhões e metros cúbicos de água.

As outras custariam juntas R$ 538,4 milhões e protegeriam outros municípios atingidos pela enchente de domingo, como Belém de Maria, Lagoa dos Gatos, Maraial e Jaqueira. Com exceção de Lagoa dos Gatos, as outras cidades estão entre as 15 em estado de calamidade decretada pelo governo pernambucano.

Sete anos depois do projeto inicial, o governo informa que faltaram recursos federais para as obras. De acordo com a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, será preciso fazer novas licitações para retomar as obras. A maioria delas só ficaria pronta depois de pelo menos um ano de trabalho. “Com o passar do tempo, foi preciso desmobilizar as estruturas”, afirmou o presidente da Apac, Marcelo Asfora.

@lingua

*Com informações do G1PE

Os perigos por trás da comemoração nas festas juninas

Resultado de imagem para festa juninaA festas juninas movimentam o país inteiro, uma oportunidade para se deliciar com as comidas típicas, dançar, ouvir boa música, curtir a fogueira e a queima de fogos. O que muitos não levam em consideração quando estão se divertindo, é que um ato comum como ficar a comemoração toda ao lado da caixa de som, pode trazer sérios riscos para a saúde auditiva.

Normalmente, somente depois da festa que as pessoas costumam perceber os sintomas, que aparecem em forma de uma sensação de ouvido cheio (plenitude auricular) e zumbido. Estes sintomas que a princípio parecem um incomodo banal, às vezes, são indícios de que as células auditivas foram lesionadas.

“A exposição prolongada a níveis elevados de pressão sonora em eventos pode ocasionar uma perda auditiva de instalação progressiva, que é capaz de causar danos irreversíveis a audição e zumbido. E, dependendo do grau, esse zumbido pode durar algumas horas, semanas ou se tornar crônico”, explica Katya Freire, fonoaudióloga especialista em audiologia.Resultado de imagem para Musicas alta afeta audição

A maioria das pessoas não dá muita importância para o zumbido, mas é um problema que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge mais de 278 milhões de pessoas no mundo todo. Caracteriza-se como um sinal de alerta para indicar que houve algum comprometimento do aparelho auditivo. Ele também está atrelado a outras complicações que afetam significativamente a qualidade de vida dos indivíduos, entre elas: estresse, fadiga, ansiedade, depressão, problemas para dormir e dificuldade de concentração.

Mas os riscos nas festas juninas para a saúde auditiva não se restringem a música alta, um dos fatores mais perigosos é a queima de fogos. “Deve-se evitar ficar próximo da queima de fogos. O estouro de um rojão, por exemplo, pode causar um trauma acústico, que é considerado uma perda auditiva aguda e súbita, decorrente de uma exposição única a um ruído intenso. Dependendo da magnitude do impacto sonoro é possível ocorrer a ruptura da membrana timpânica e, nos casos mais graves, ocasionar uma perda auditiva irreversível”, adverte Katya Freire.Resultado de imagem para bombas de São João

O ruído de um rojão é tão alto que chega a ser compatível com o de um avião em decolagem. Existe uma unidade para medir a intensidade de um som, chamada de decibel (abreviatura dB) e, de acordo com a tabela da NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health), o volume máximo aceitável para que não haja prejuízo ao ouvido humano é de 85dB. Levando-se em consideração que os fogos de artifício, entre eles o rojão, são capazes de alcançar uma intensidade de 140dB, é possível calcular o quanto torna-se prejudicial para a saúde auditiva ficar próximo de queima de fogos.

“Ninguém precisa se privar de ouvir música e apreciar a queima de fogos nas festas juninas, basta tomar alguns cuidados básicos. O ideal é utilizar protetores auditivos com filtro flat, que não comprometem a compreensão da fala e da música, manter-se pelo menos a 10 metros de distância da fonte sonora e fazer períodos de descanso de 15 minutos longe do barulho a cada meia hora”, esclarece a especialista em audiologia.

@lingua

Auditoria não identifica participação de Lula na corrupção da Petrobras

Em um ofício encaminhado para o juiz Sérgio Moro nesta segunda-feira (29), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anexou à ação penal vinculada à Operação Lava Jato o resultado da auditoria feita pela KPMG sobre a participação do ex-presidente Lula na corrupção da Petrobras.

No documento, a empresa de auditoria informa que não encontrou indícios de crime nos documentos analisados.

De acordo com o Portal Paraná, na auditoria, foram analisados documentos referentes ao período de 31 de dezembro de 2006 a 31 de dezembro de 2011.

A KPMG frisa que não foi constatado em demonstrações contábeis “atos envolvolvendo a participação do ex-presidente Lula dentro da estatal”.

Lula é investigado pela compra de um terreno, onde ficaria a nova sede do Instituto Lula e também um apartamento vizinho ao local onde o petista mora, em São Bernardo do Campo (SP). Os dois imóveis teriam sido adquiridos pela empreiteira Odebrecht e cedidos ao ex-presidente.

@lingua

São João meia boca em Petrolina… Será?

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Petrolina, cidade de Pernambuco,  na última divisa do estado com a Bahia, sempre foi um oásis de coisas boas e gratas surpresas. Excelente localidade, clima excelente (quente) para o cultivo de manga, uva e outras preciosidades da agricultura do país, fazem da cidade um atrativo a  mais para quem quer ganhar dinheiro. Com aproximadamente 350 mil habitantes, a cidade ainda guarda em sua cultura, a raiz brava do povo nordestino, que além da religiosidade, guarda o bom costume de fazer o melhor São João do Vale Sanfranciscano.

Nos últimos quinze anos, Petrolina realizou grandes festas, com atrações belíssimas e que atraíram públicos excelentes durante a realização dos evento.  Não é de agora a força da festa.  Os ex-prefeitos, a exemplo de  Fernando Bezerra Coelho,  fizeram  excelentes festas que geraram grandes rendas pra cidade, e que aqueceram  todo o comercio do Vale do São Francisco. Outro exemplo é  Odacy Amorim,  que seguiu a mesma cartilha do seu antecessor. Antes de Miguel Coelho assumir a prefeitura, Júlio Lóssio durante os oito anos que esteve à frente do executivo municipal,   tornou a festa através de um grande marketing gigantesca.  A festa tomou outros  ares e mexeu com todo o estado.

A festa é tão grandiosa , que cada prefeito quer ser o pai da criança, dizendo que o filho é dele e que a criança é mais vigorosa e mais bonita. E os vereadores? Esses brigam pra dizer que quem fez melhor festa foi seu chefe, que o outro tem que dizer onde arrumou dinheiro, que vão fazer CPI e abrir processos. Enfim, o São João mexe com todos, do menor ao maior.

Este ano, não diferente dos outros, o novo prefeito também já quer batizar a criança dizendo que a festa dele é a Resultado de imagem para meia bocamaior, e que vai gerar 200 milhões. É verdade! Vai gerar sim! No entanto, como já dissemos a festa já tem dono. O povo! Esse povo é que faz a festa ser o que é…Uma Maravilha! Os hotéis estarão lotados, o comércio aquecido, e quem vai ganhar no final das contas  de verdade, é Petrolina. Miguel não está inventando a roda, está fazendo seu nome. Por que se ele fizer um São João meia boca, vai ficar conhecido como o prefeito que não sabe organizar o que de melhor temos  em termos de festa. E o povo não vai engolir essa história de contenção de despesas.

Pelo que estamos vendo, o São João não vai ser uma festa meia boca, a promessa é de ser mais uma vez, a festa linda que o petrolinense e os turistas merecem.  Tá chegando a hora ! Vamos forrozar?

 

Por Cauby Fernandes

@lingua

Governo Federal confirma liberação do ‘Cartão de Reforma Emergencial’ Para Pernambuco

 

Para atender as famílias desabrigadas das chuvas que castigam as regiões agreste e metropolitana de Pernambuco durante o fim de semana, o ministério das Cidades, confirmou que o governo federal vai liberar o ‘Cartão de Reforma Emergencial’. O ministério dessa forma,  atende ao pedido do governador Paulo Câmara (PSB).

O governo de Pernambuco  se reuniu  nesta manhã de segunda-feira, (29) com o Gabinete de Crise,  recentemente formado, para unificar as medidas do Governo do Estado no atendimentos aos municípios atingidos pelas fortes chuvas.

“Diferente de 2010, agora não houve a destruição de casas, por causa de todo o trabalho que fizemos com a Barragem de Serro Azul, a dragagem de rios e relocação de prédios públicos e residências. Mas houve a destruição do que estava dentro das casas, como móveis e eletrodomésticos. Será muito importante se a gente conseguir ajustar a legislação do Cartão Reforma para incluir também as vítimas de enchentes, como essa que atingiu o nosso Estado nas últimas 48 horas.  O Cartão de Reforma Emergência” poderá permitir um “olhar diferente” para as pessoas que tiveram prejuízos com as chuvas, na comparação com o que ocorreu em anos anteriores”, explicou o governador de Pernambuco.

@lingua

Ex-ministro da Transparência vai assumir pasta da Justiça

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A pouco mais de uma semana para o julgamento da chapa Dilma/Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente Michel Temer (PMDB) escolheu um ex-ministro do Tribunal para comandar o ministério da Justiça, pasta ligada diretamente à Operação Lava Jato.

Torquato Jardim assume no lugar de Osmar Serraglio (PMDB-PR), que estava no cargo há apenas dois meses ocupando o posto deixado por Alexandre de Moraes que se tornou ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O peemedebista, assim, troca de lugar com Jardim e agora vai chefiar o ministério da Transparência.

A substituição de peças no primeiro escalação do Palácio do Planalto, em meio a uma crise política sem precedentes, gerou desconforto imediato entre delegados da Polícia Federal, que são subordinados ao ministério da Justiça.

O grupo se manifestou resistente a uma possível troca da chefia da PF. Através de nota, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) viu com “preocupação” a substituição no momento em que as investigações avançam e atingem peças de sustentação do Governo Federal.

“É essencial que seja instituído o mandato para diretor geral da PF, de modo que mudanças de governo ou de governantes não reflitam em interferências políticas, cortes de recursos e de investimentos que prejudiquem as ações da Polícia Federal”, cobrou o presidente da entidade Carlos Eduardo Sobral.

Questionado se fará mudanças na direção da Polícia Federal, braço direito da Lava Jato, o novo ministro disse que consultará Michel Temer, que passou a ser investigado por irregularidades no STF, antes de tomar qualquer decisão. “Tudo vai ser estudado e refletido. Vou ouvir o presidente Temer, o secretário-executivo, e fazer a minha própria avaliação antes de tomar qualquer decisão”, revelou à Globo News.

Amigo de longa data do presidente, Torquato foi ministro do TSE entre os anos de 1988 a 1996. Ele assumiu a pasta da Transparência, em maio do ano passado, após escândalo no governo afastar Fabiano Silveira.

O novo ministro da Justiça já chegou a criticar procedimentos da Operação Lava Jato no ano passado como as condenações sem provas, que foram reconhecidas pela Justiça Federal, e as extensas prisões provisórias.

@lingua

Pais e filhos. Como tirar lições positivas dos escândalos políticos

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Gente grande lavando dinheiro, fazendo acordo de delação premiada, comprando silêncio… Tramas e termos confusos até para adultos que acompanham o turbilhão de escândalos no Brasil.

Quando os comentários chegam às crianças e adolescentes, as denúncias tendem a gerar perguntas. “Quem é Dilma?” e “o que é sonegação fiscal?” foram dúvidas do estudante Yuri, 13, sobre as discussões que acompanha na escola e nas redes sociais.

O momento é fértil para transmitir aos filhos os valores da cidadania, acredita a publicitária Louise Parente, 33. Mãe do Yuri e da Liz, de 6 anos, ela se considera apartidária e busca promover reflexões que conversem com o cotidiano deles. “Explico que eu governo a nossa casa. E pergunto: se eu pego o dinheiro que seria da conta de luz e compro uma bicicleta, o que estou fazendo com a casa?”, exemplifica. Outra situação comparada é a do líder da sala na escola. Ela ensina que ele ganha por escolha da maioria, apesar de não ter recebido o voto de todos.

A preocupação é em transmitir o conceito de democracia onde todos tenham voz e direito à manifestação, contra ou a favor. Sem ter crescido interessada em assuntos políticos, Louise percebe o tema nas conversas do filho e enxerga a chance de ensinar o respeito às diferentes opiniões. Enquanto busca entender a política, Yuri já avisa que vai votar quando completar 16 anos. “Quero fazer alguma diferença”, resume.

Destrinchados nas investigações, os tratos ilícitos entre representantes do poder público e da iniciativa privada abrem a discussão para práticas até naturalizadas e relativizadas, como receber favores ou levar vantagens sobre o outro. São conversas que também podem ser trazidas para os filhos. O respeito ao que é de todos e os limites entre certo e errado são reflexões que acompanham a formação de Luísa, também com 13 anos e amiga de Yuri. “Os fins justificam os meios?” foi uma das perguntas direcionadas à mãe, Natália Escóssia, 33.

“Deixo em aberto para que ela mesma responda. E explico que é questão de honestidade, se ela acha que pode fazer qualquer coisa para conseguir o que quer”, conta. Para Natália, uma das formas de trazer as lições para a realidade da filha é lembrar que as corrupções começam em ações corriqueiras, como no desrespeito às leis de trânsito e à ordem da fila. “Isso exige da família o exemplo e muita coerência”, ressalta Natália. Referências Na infância, os pais são os principais modelos éticos para os filhos. Por isso, a criança até os 6 ou 7 anos aprende os valores a partir dos exemplos diretos, pontua Marco Aurélio Patrício, psicólogo e educador. Nessa fase, é mais eficaz demonstrar bons comportamentos do que falar sobre ética. Até porque a criança não assimila conceitos abstratos, como justiça, liberdade ou democracia.Na pré-adolescência, o jovem se abre a questões mais complexas.

Para o psicólogo, o ideal é guiar o jovem de forma objetiva. “Não adianta vir com aula de sociologia quando o filho apenas pergunta se uma situação é certa ou errada”. Nessas fases, o jovem volta o referencial para os amigos e para as instâncias que ele elege como socialmente importantes. O papel dos pais é acompanhar as amizades dos filhos e está disponível para orientar em momentos de dúvida. E não perder oportunidades de ensinar. “É usar tudo o que chega, da violência à corrupção, mostrando o mal dessas ações à sociedade”, completa Patrício.

 

De que os personagens principais são acusados?Lula Presidente entre 2003 e 2010 É acusado de ter recebido um apartamento de três andares e um sítio. Seriam presentes de empresas que receberam favores do governo na época em que Lula era presidente. Fazer um favor não é crime, é até bom poder ajudar alguém. Mas, nesse caso, o presidente não estaria fazendo favores com o que é dele. Estaria usando o que é público, de todo mundo, em troca de um benefício só para ele.

Aécio Neves Senador, candidato a presidente nas eleições de 2014 Foi gravado numa conversa com um empresário para quem pediu dinheiro. Aécio disse que era um empréstimo e que iria devolver tudo depois. Mas, o empresário disse que deu dinheiro ao senador outras vezes, até mesmo na campanha para ser presidente. A suspeita também é de troca de favores.

Dilma Rousseff Presidente entre 2011 e 2016. Cassada após processo de impeachment Sofreu impeachment acusada de mudar as contas na matemática do governo para ninguém perceber que faltava dinheiro. Agora, vai ser julgada pela acusação de fazer favores a empresários em troca de dinheiro para a campanha, quando se reelegeu junto com Michel Temer. Também é suspeita de ter feito pagamentos ilegais escondidos ao casal que fez a propaganda dela.Michel Temer Vice-presidente entre 2011 e 2016. Presidente interino entre maio e agosto, durante processo de impeachment de Dilma. Presidente desde agosto de 2016 Acusado por ter se reunido com empresário investigado por vários crimes sem ninguém saber. Ele teria ouvido o empresário falar de tentar subornar três pessoas e não denunciou. Um presidente tem a obrigação de falar quando souber que alguém cometeu crime.

@lingua

Alckmin diz que PSDB não tem compromisso com Temer

(Divulgação/Divulgação)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou neste sábado que haja um acordo entre diferentes partidos em utilizar uma eventual eleição indireta para eleger um nome e colocar o Congresso Nacional contra a Operação Lava Jato. Uma das principais lideranças nacionais tucanas e que pretende concorrer às eleições gerais em outubro do ano que vem, Alckmin afirmou que nenhum acordo desse tipo está na agenda e que é preciso garantir o encaminhamento das reformas antes de conversar sobre eleição indireta. “Hoje a pauta é trabalhar, tentar acelerar as reformas, acredito que possamos rapidamente no Senado aprovar a reforma trabalhista”, disse o tucano quando perguntado sobre o suposto “acordão”.

Nos bastidores, Alckmin articula o nome do presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), para uma eleição indireta, garantindo em troca o apoio a sua candidatura em outubro de 2018. Ontem, o tucano chegou a defender publicamente o nome do senador e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para um eventual colégio eleitoral. O ex-presidente, no entanto, já afastou a possibilidade de concorrer.

Ao lado do prefeito João Doria, Alckmin participou hoje de um seminário organizado pela Prefeitura de São Paulo que reuniu prefeitos, vereadores e secretários de outras cidades e Estados para apresentar os programas realizados pelos governos dos tucanos.

‘Não depende de nós’

Ao falar sobre a permanência ou não do PSDB do governo de Michel Temer (PMDB), Alckmin, mais uma vez, defendeu que o compromisso do partido não é com o governo, mas com o país. Ele evitou, no entanto, definir uma posição partidária antes do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vai ser retomado no dia 6 de junho.

“Nosso compromisso é com o Brasil, com as reformas, que são necessárias para retomar a atividade econômica. E não mudou a nossa posição em relação ao governo Temer, pelo contrário, diante da instabilidade estamos e ficaremos ajudando e aguardando os desdobramentos”, disse o governador. “Muitas coisas não dependem de nós”.

Além de defender a reforma trabalhista, Alckmin disse que apesar do cenário nacional conturbado é preciso garantir a aprovação de “dois ou três pontos” da reforma política até setembro deste ano, para que seja possível aprovar propostas que entrem em vigor nas próximas eleições presidenciais. O tucano é defensor de uma cláusula de barreira que diminua o número de partidos no Congresso Nacional, além de pregar o fim das coligações e o voto distrital.

Afagos

Depois de passarem por uma semana de tensão e desencontros entre a Prefeitura e o governo estadual, Doria e Alckmin usaram o seminário para mostrarem que estão “lado a lado” e reforçarem o discurso que estão trabalhando juntos e que a relação não está abalada.

Sinalizando que houve um desgaste, Doria disse que a amizade dos dois não está ancorada “apenas na política”, mas na amizade de 38 anos. “Uma história de 27 anos de amizade indivisível, inquebrantável, que fique claro aos meios de comunicações, aos deputados, vereadores e prefeitos que atenderam nosso convite para participar deste seminário”, disse o prefeito em entrevista coletiva aos jornalistas.

Alckmin, por sua vez, reforçou as ações conjuntas de Estado e Prefeitura e fez uma brincadeira chamando o prefeito de São Paulo de “Geraldo Doria”.

 

@lingua

*Com informações da Veja

Campanha de imunização contra a gripe é prorrogada

©  Osnei Restio / Prefeitura de Nova Odessa

A campanha de vacinação contra a gripe em território nacional, que terminaria nesta sexta (26), foi prorrogada até o dia 9 de junho.

A medida tem como objetivo alcançar 90% das pessoas incluídas no público-alvo, já que até esta quinta (25), apenas 63,6% do grupo foi vacinado. As informações são do G1.

De acordo com o Portal Brasil, nenhum grupo prioritário atingiu a meta de vacinação. Entre os públicos-alvo, os idosos registraram a maior cobertura vacinal, com 15,1 milhões de doses aplicadas, o que representa 72,4% deste público, seguido pelas puérperas (71,2%) e indígenas (68,6%). Os grupos que menos se vacinaram são as crianças (49,9%), gestantes (53,4%), professores (60,2%) e trabalhadores de saúde (64,2%). Além do grupo prioritário, também foram aplicadas 7,1 milhões de doses nos grupos de pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional.

“É importante que a população da campanha se vacine neste período para ficar protegida quando o inverno chegar. A vacina demora 15 dias para fazer efeito no organismo, por isso o Ministério da Saúde planeja a campanha antes do inverno, período de maior circulação dos vírus da influenza”, destacou a coordenadora nacional do Programa Nacional de Imunizações da pasta Carla Domingues.

@LIngua