Arquivo - Abril 2017

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SINDSEMP é recebido Por Miguel Coelho em Petrolina
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Novo piso salarial dos comerciários de Petrolina chega aos R$ 1.024
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Julgamento da chapa Dilma-Temer
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Detran de Pernambuco suspende greve
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Universidade para brasileiros é inaugurada nos Estados Unidos
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Turismo lança edital para promoção de festejos juninos
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Juízes e procuradores cobram debate sobre abuso de autoridade
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Miguel Coelho escreve sua história com tinta de sangue
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FIM DO CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS
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Comerciários de Petrolina voltam à mesa de negociações
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Paulo Câmara, o todo poderoso que o povo rejeita…O pior da história

SINDSEMP é recebido Por Miguel Coelho em Petrolina

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Com a  ocupação da prefeitura de Petrolina na manhã da última segunda-feira (3), pelos servidores municipais, o prefeito Miguel Coelho, recuou e,  resolveu receber  os diretores do SINDSEMP. Miguel e os diretores do sindicato, oficializaram  um TAC (termo de ajustamento de conduta),  para discussão de uma nova proposta, dando continuidade  à negociação que estava parada, devido ao comportamento do prefeito,  em não querer receber os sindicalistas. Uma nova  reunião está agendada para o dia 10 de março às 17h no IGPREV. A  condição dos situação dos grevistas   vai depender e muito da atitude do prefeito “Novo tempo”, caso não haja acordo, haverá  greve.
Os sindicalistas, usaram a tribuna da   Câmara de Vereadores nesta terça  (4) , onde foi feita  a leitura do ofício aos servidores, e em regime de votação em Assembleia, com opiniões divididas, a maioria concordou com a  suspensão da greve a partir desta quarta-feira (5). Mas o recado a Miguel Coelho foi deixado até a reunião do dia 10, quando será votado, em Assembleia, o resultado da proposta do Executivo Municipal.

O que o SINDSEMP quer,  é  manter a mesa de negociação, cujo objetivo é  a solução do empasse  que está dificultando o cumprimento da campanha salarial 2017.

O SINDSEMP ainda  convocou todos os servidores associados, a se fazerem presentes em Assembleia Geral Extraordinária no Hotel Grande Rio, dia 11 de abril às 8h. Naquela data  será disponibilizado o conteúdo  da reunião com o prefeito dia 10, e em regime de votação, os sindicalistas pretendem  deliberar os próximos passos do movimento grevista. Miguel Coelho está encurralado.

@lingua

Novo piso salarial dos comerciários de Petrolina chega aos R$ 1.024

Duas reuniões sem pacto e mais de 30 dias depois do envio da pareceres que foram , enfim, foi definido o novo piso salarial dos comerciários em Petrolina. Os novos pisos, ficaram estabelecidos dessa forma: Piso salarial  de R$ 1.024 (o atual era R$ 972), uma reposição de 5,35%. Para os trabalhadores que recebem acima do piso, a reposição será de 5%.

 

O Sintcope esteve representado na transação pelo vice-presidente Sérgio Lacerda que esteve acompanhado do assessor jurídico do sindicato, o advogado Wendel Lopes e do assessor jurídico da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços do Norte/Nordeste (Feconeste), João Vicente Murinelli.

 

A proposta inicial dos representantes dos empresários era um piso salarial no valor de R$ 1.017. O valor foi elevado um pouco mais, após interferência do assessor jurídico da Feconeste, que já tinha participado da negociação da combinação coletiva em outras cidades de Pernambuco, e lembrou que o piso salarial é a remuneração da maioria dos comerciários.

Para o vice-presidente do Sintcope, apesar de ficar afastado do piso defendido pela categoria (R$ 1.100),  a percentagem aplicada  para reajuste fica acima do acumulado do índice Nacional de Preços ao Consumidor, registrado nos últimos doze meses, até o mês de fevereiro, que antecede a data-base da categoria.

O reajuste do piso salarial impacta outras cláusulas econômicas da campanha salarial a exemplo dos adicionais de hora extra e a remuneração de diárias.

 

@lingua

Julgamento da chapa Dilma-Temer

Os 7 ministros da Corte irão analisar, a partir das 9h, denúncia apresentada pelo PSDB após eleição de 2014. Tribunal preparou megaestrutura e reservou, inicialmente, 4 sessões para julgar o caso.

sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começam a julgar na manhã desta terça-feira (4), a partir das 9h, a ação que pede a cassação da chapa montada, em 2014, por Dilma Rousseff e Michel Temer para disputar a reeleição ao Palácio do Planalto. A análise do caso no plenário da Corte eleitoral ocorre dois anos e cinco meses depois da vitória de Dilma e Temer nas urnas.

Se ao final do julgamento a chapa for condenada, Temer pode ser afastado da Presidência e Dilma poderá ficar inelegível por oito anos. Apesar de a petista ter sido destituída do comando do país no ano passado por um processo de impeachment, os senadores mantiveram os direitos políticos dela.

Se Dilma for considerada culpada pelos supostos abusos na campanha de 2014, ela poderá, desta vez, ficar impedida de ocupar cargos públicos e disputar eleições.

A possibilidade de uma nova reviravolta na chefia do Palácio do Planalto vai atrair, nos próximos dias, as atenções do país para a sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. Para dar conta da multidão que tentará acompanhar o julgamento, o tribunal montou uma megaestrutura de logística e segurança e reservou, previamente, quatro sessões para analisar a ação.

Os autores do processo são o diretório nacional do PSDB e a coligação Muda Brasil, que foi encabeçada, na última eleição presidencial, pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) e pelo atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB-SP). A chapa tucana foi derrotada por Dilma e Temer no segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto.

Na ação apresentada à Justiça eleitoral em dezembro de 2014 – dois meses depois da derrota nas urnas –, o PSDB acusou a chapa Dilma-Temer de ter cometido abuso de poder político e econômico, recebido dinheiro de propina e se beneficiado do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

A defesa dos tucanos pediu, na ocasião em que protocolou o processo, que o TSE cassasse a chapa do PT e do PMDB e empossasse Aécio como presidente da República e Aloysio, como vice. Atualmente, o PSDB integra o governo do presidente Michel Temer e detém o comando de quatro ministérios (Relações Exteriores, Cidades, Secretaria de Governo e Direitos Humanos).

Os ministros do TSE que vão julgar a ação:

  • Herman Benjamin, corregedor-geral do TSE, ministro do STJ e relator do caso
  • Napoleão Nunes Maia Filho, também ministro do STJ
  • Henrique Neves
  • Luciana Lóssio
  • Luiz Fux, vice-presidente do TSE e também ministro do STF
  • Rosa Weber, também ministra do STF
  • Gilmar Mendes, presidente do TSE e também ministro do STF

 

@lingua

Detran de Pernambuco suspende greve

Os servidores do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran) retomaram as atividades nesta segunda-feira (3), após 47 dias de paralisação. A greve foi suspensa por determinação da Justiça que previa um processo administrativo caso os servidores não voltassem imediatamente ao trabalho. A primeira manhã de atendimento está tumultuada pela grande quantidade de pessoas que precisam resolver assuntos urgentes no departamento de trânsito.

“Nós estamos procrastinando os prazos que foram ultrapassados nesse período de greve, até o último dia de abril, para que a população não seja prejudicada e possa resolver problemas de emplacamento, retirada de veículos, entre outros” explicou o diretor do Detran, Charles Ribeiro. O Sindicato do Detran-PE e a administração permanecem em busca de um acordo.

“Foi uma decisão tomada sem julgar nossa defesa, então vamos recorrer, mas esperamos que a justiça seja feita para que não haja a necessidade de uma nova paralisação”, afirmou o presidente do Sindicato do Detran-PE, Alexandre Bulhões.

 

@lingua

Universidade para brasileiros é inaugurada nos Estados Unidos

O ministro da Educação, Mendonça Filho, participou, nesta segunda-feira (3), da inauguração da primeira universidade norte-americana fundada por brasileiros e voltada para imigrantes.

A Miami University of Science and Technology (Must) é o primeiro investimento nacional em educação superior nos Estados Unidos. Um dos fundadores é o professor brasileiro Antônio Carbonari Netto, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).

A ideia da instituição é impulsionar a inclusão social de trabalhadores brasileiros e de outros países e criar possibilidades para o mercado de trabalho. Para o ministro, a universidade vai garantir o acesso a cursos superiores de alta qualidade e valorizar os brasileiros que moram nos Estados unidos.

“Precisamos olhar os brasileiros que residem no exterior como cidadãos em sua totalidade, que precisam da nossa atenção, respeito e acolhimento”, declarou o ministro, destacando o avanço educacional oferecidos pela Must University. “Nossos jovens passam a ter um campo mais vasto do ponto de vista profissional e pessoal.”

Antônio Carbonari também vê na iniciativa um instrumento importante de inclusão social. “O diploma universitário representa um melhor projeto de vida, ampliando a empregabilidade e a ascensão junto à comunidade de que participa. Além do mais, vamos tornar possível que pessoas que trabalham o dia todo tenham condições de estudar à noite ou pelo ensino on-line”, completou.

Carbonari arcou com 60% do capital investido na instituição. Os demais 40% são de responsabilidade do americano John Peterson, responsável pela área acadêmica, e do administrador de empresas brasileiro Fernando Ruiz.

A previsão é de que a instituição de ensino inicie o processo de matrículas ainda em agosto. O ministro da educação está desde a semana passada nos estados unidos onde participa de reuniões para discutir financiamentos para a educação brasileira.

@lingua

Com informações do Portal Brasil

 

Turismo lança edital para promoção de festejos juninos

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O Ministério do Turismo lançou nesta sexta-feira (31) Chamada Pública para selecionar propostas de municípios interessados em divulgar seus festejos juninos e participar de ações de promoção, comunicação e apoio à comercialização promovidas pelo Ministério do Turismo e Embratur. Entre as ações contempladas no edital destacam-se a realização de presstrips – visitas de jornalistas e influenciadores digitais aos destinos -, encontro de negócios, inclusão da festa no Calendário de Eventos Juninos, transmissão ao vivo nas redes sociais do MTur, divulgação dos destinos e cobertura jornalística dos festejos.

“Com esta iniciativa, pretendemos contribuir para potencialização da promoção e a comercialização dos festejos juninos, tornando-os produtos turísticos para o mercado nacional e internacional”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

A apresentação de propostas deverá ocorrer no período de 31 de março a 23 de abril de 2017. Serão elegíveis apenas proposições inscritas por entidade pública representante de um município. O MTur selecionará 5 (cinco) propostas de destinos turísticos nacionais que celebrem festejos juninos para receber ações coordenadas e custeadas pelo Ministério do Turismo e Embratur.

Para ser habilitada a proposta deverá ser remetida por município que obrigatoriamente realize festejo junino gerador de fluxo turístico, possua órgão municipal de turismo ou equivalente e esteja inserido no Mapa do Turismo Brasileiro (www.mapa.turismo.gov.br) nas categorias A, B ou C, conforme categorização estabelecida pela Portaria MTur nº144, de 27 de agosto de 2015. O município deverá ainda apresentar material comprobatório, impresso ou eletrônico, de promoção da “festa de São João”  (ex: guia turístico, folder, site, multimídia, mídias sociais, etc. – vide anexo II).

O resultado parcial da Comissão Julgadora será divulgado até o dia 28 de abril de 2017. O resultado final será divulgado até 09 de maio de 2017, no portal do Ministério do Turismo.

@lingua

Juízes e procuradores cobram debate sobre abuso de autoridade

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realizou nesta segunda-feira (3) audiência pública com representantes do Judiciário e do Ministério Público sobre o projeto de lei que tipifica o crime de abuso de autoridade (PLS 280/2016). Segundo a Agência Senado, os convidados manifestaram preocupação com os efeitos da proposta sobre o trabalho de juízes e procuradores e pediram mais discussão sobre o assunto.

Na avaliação dos convidados, o projeto está tramitando no Senado “a toque de caixa” e com um texto vago, sem as devidas deliberações sobre as consequências que as normas criadas possam ter sobre as órgãos de investigação e julgamento.

– O que para nós soa inconcebível é que essa legislação seja aprovada sem que a sociedade e as instituições sejam ouvidas – cobrou o subprocurador-geral da República Nívio de Freitas Silva Filho.

O presidente da CCJ, senador Edison Lobão (PMDB-MA), rebateu as críticas e negou que haja açodamento na condução do projeto. Para ele, essa afirmação é “quase uma fantasia” e não reconhece a totalidade do processo legislativo.

– Não estamos trabalhando ‘a toque de caixa’. Estamos fazendo reuniões normais. Quando a CCJ votar o parecer do relator, o projeto irá para o Plenário, novo prazo se abrirá, e terminado lá ainda vai para a Câmara. Onde há pressa? Perdoem-me, mas isso é uma forma de estigmatizar o próprio projeto – disse Lobão.

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) observou que a audiência foi marcada com poucos dias de antecedência e ocorreu em um dia que não favoreceu a presença de muitos senadores, uma vez que a maioria deles passa a segunda-feira em seus estados – o próprio relator do PLS 280, senador Roberto Requião (PMDB-PR), não estava na audiência.

Cristovam disse acreditar que o evento estaria servindo de prévia para que o projeto fosse votado pela CCJ nesta quarta-feira (5), quando a comissão faz sua reunião semanal agendada. O presidente Edison Lobão, porém, afirmou que não colocará o relatório de Requião em pauta nesta semana.

Interpretação

A maior ressalva dos convidados ao texto atual do projeto de abuso de autoridade é o risco de “criminalização da hermenêutica”, ou seja, da criminalização interpretação que os juízes fazem do texto da lei para proferir suas decisões. Para Jayme Martins de Oliveira Neto, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), esse risco é muito grave.

– O ato de interpretar é único e exclusivo do juiz. Somente nas piores ditaduras o Legislativo impunha métodos de interpretações para o Judiciário. É indiscutível que projeto tem como objetivo cercear a atividade jurisdicional de maneira grave, tal como está – disse.

Oliveira Neto explicou que o projeto produz esse efeito ao impor punições aos juízes que tomem decisões consideradas ilegais. Ele argumentou que a reversão de sentenças – mediante recursos – é uma parte natural do processo judiciário, e que um juiz não pode sofrer sanções penais caso tenha uma decisão mudada por uma instância superior.

O mesmo ponto de vista foi defendido por José Robalinho Cavalcanti, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).

– É normal de um sistema que preza pela ampla defesa e pelo contraditório que as interpretações jurídicas de diversos agentes sejam diferentes. Desde que elas sejam justificadas, isso não é abuso, é exercício normal do direito. Atacar isso é atacar a base do Judiciário – afirmou.

As senadoras Regina Sousa (PT-PI) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) rebateram a interpretação dos convidados. Segundo elas, o texto do PLS 280 diz expressamente que as interpretações jurídicas com o devido embasamento legal não sujeitariam o magistrado à punição por abuso de autoridade.

Cavalcanti recorreu a um exemplo para sustentar o seu argumento: o julgamento de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, o Senado decidiu manter os direitos políticos de Dilma, apesar de a Constituição dizer que essa é a consequência da perda do mandato. Para o representante da ANPR, os senadores estariam sujeitos naquele caso à condenação penal por abuso de autoridade proposta pelo PLS 280, uma vez que atuaram como juízes.

Lava Jato

Jayme de Oliveira Neto afirmou, ainda, que a elaboração do projeto de lei foi motivada pela Operação Lava Jato, que tem produzido investigações e denúncias contra parlamentares.

– A magistratura pede aos senadores que não legislemos ao sabor de uma circunstância momentânea que ocorre no país e que não criemos dispositivos específicos para ela – disse.

O diretor de Assuntos Legislativos da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Luiz Antônio Colussi, trouxe a mesma advertência.

– Estamos percebendo uma tentativa de intimidação da magistratura brasileira e de calar o Ministério Público. Não podemos aceitar que atores denunciados por ilícitos contra o patrimônio publico promovam reformas que objetivem inibir a ação dos agentes do sistema de Justiça e assegurar a sombra confortável da impunidade.

O presidente da CCJ, Edison Lobão, interveio para garantir que o projeto não tem a intenção de criar obstáculos à Lava Jato ou a qualquer investigação policial. Para Lobão, fazer essa afirmação equivale a “apequenar” o projeto de lei.

Sugestões

Os convidados chamaram atenção para o conjunto de sugestões apresentado ao Senado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na semana passada, referente ao PLS 280. Para o defensor público Fernando Calmon, as propostas de Janot merecem uma avaliação cuidadosa, e podem ser incorporadas ao parecer do relator Roberto Requião.

Entre as sugestões, Calmon destacou a tipificação da “carteirada” – o ato de a autoridade exigir alguma vantagem fora do seu contexto profissional devido ao cargo que ocupa – e do uso abusivo dos meios de comunicação. Ele também propôs aos senadores que estudem a possibilidade de substituir a criminalização dos agentes judiciais pelas sanções administrativas, através de sistemas internos de controle suscetíveis à participação de órgãos externos.

Essa última ideia também foi levantada pela senadora Ana Amélia (PP-RS), que quis saber se as instâncias atuais de controle interno produzem resultados. José Cavalcanti, da ANPR, afirmou que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) tem um bom histórico de afastamento de membros da corporação que apresentam condutas irregulares.

Ao final da audiência, Edison Lobão informou que as sugestões de Rodrigo Janot já foram recebidas pela CCJ e serão encaminhadas ao relator do projeto. Elas podem ser incorporadas ao relatório ou, ainda, tramitar como projeto independente.

@lingua

Miguel Coelho escreve sua história com tinta de sangue

 

 

O prefeito Miguel Coelho (PSB), parece que resolveu escrever sua história como gestor, com  a mesma caneta dos gestores que não gostavam de servidores públicos. Tanto é , que os  servidores municipais com a força sindical  (Sindsemp),  ocuparam as dependências da prefeitura, para conseguir um espaço na agenda do prefeito.na manhã desta segunda (3). Após protestos e palavras de ordem, a categoria foi recebida pelo prefeito Miguel em seu gabinete.

“A proposta do sindicato é que a prefeitura conceda um aumento real 7,42%, para os professores atingir o piso nacional, além disso nós propomos ao gestor um aumento de 7,54 % para os SGs, mas o prefeito queria dar um aumento de 6, 29%, abaixo do salário mínimo.  A diretoria do Sindicato está reunida com o prefeito Miguel Coelho, esperamos que cheguem a um acordo que contemple todas as categorias”,disse o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina (Sindsemp), Walber Lins.

O presidente ainda ressaltou: “Solicitamos que esse valor do ganho real seja revisto. Porém, ele foi descartado pelo Executivo e a reposição inflacionária ocorreria somente sobre o salário base, não sobre toda a remuneração. Além disso, nós temos nove categorias que não foram contempladas com nenhum percentual de reajuste”, concluiu.

O que os servidores sentem na verdade, é que o prefeito não se importa com  a categoria, e que tanto faz 6 como meia dúzia para Miguel Coelho. O que vemos na cidade é um prefeito que domina com mão de ferro e que não quer acordo com os servidores. A história de Miguel está sendo escrita com tinta de sangue. Crianças fora de creches, demissão de 1.300 mulheres do programa Nova Semente, crianças sem fardamento escolar,merenda escolar de péssima qualidade. Enfim, essa história parece um eterno sofrimento.

@lingua

FIM DO CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

 

O ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, condenou o fim do programa Ciência Sem Fronteiras, realizado pelo governo de Michel Temer. Segundo informações publicadas na coluna Lauro Jardim deste domingo, 2, “Mendonça Filho fez as contas e afirma que, com o total gasto para mandar 30 mil estudantes para fora, seria possível pagar a merenda escolar para 40 milhões de alunos da educação básica. Novas bolsas não serão concedidas a partir de agora” (leia mais).

Para Mercadante, com o fim do programa, “mais uma vez, a sociedade paga pelos retrocessos e desmandos na educação. Sofrem, principalmente, os mais pobres que, em razão da renda, dificilmente terão a oportunidade de estudar no exterior, como faziam com o suporte do Ciência Sem Fronteiras”. “Dos alunos que participaram do Ciência Sem Fronteiras, 26,4% são negros; 25% são jovens de famílias com renda até três salários mínimos; e mais da metade são de famílias com renda de até seis salários mínimos. Nunca tiveram essa oportunidade”, afirma.

A nota lembra, ainda, que só na primeira fase do Ciência Sem Fronteiras o Brasil enviou 73,3 mil universitários brasileiros para o exterior. “Eles participaram de 2.912 universidades de 54 países, sendo 182 das 200 melhores universidades do mundo. Além disso, a participação no Ciência Sem Fronteiras despertou nestes jovens a motivação para seguir na pós-graduação, mestrado e doutorado”.

Além disso, dos 13 mil alunos de graduação que passaram um ano no exterior pelo programa, que retornaram e concluíram o ensino superior no Brasil, 20% se tornaram alunos de pós-graduação. Quando falamos dos alunos que não participaram do Ciência Sem Fronteiras, esse percentual é inferior a 5%, nas mesmas áreas de formação.

Orçamento

Mercadante também desmontou argumento utilizado por Mendonça Filho, desde que assumiu o Ministério da Educação, para justificar os desmontes que vem realizando na pasta. Sempre que questionado sobre algum corte, Mendonça costuma dizer que encontrou a pasta sem orçamento.

Na nota, o ex-ministro diz que “eles sempre atribuíram os desmontes que vem realizando na educação ao fato de supostamente terem encontrado o MEC quebrado, em razão do contingenciamento provisório de R$ 4,2 bilhões que fizemos em março de 2016, enquanto aguardávamos a votação da alteração da meta do superávit. Pois bem. Depois do golpe, quando o Congresso finalmente alterou a meta, este valor foi reintegrado ao orçamento do MEC, como havíamos planejado”.

“Agora, eles anunciam um bloqueio dos mesmos R$ 4,2 bilhões no orçamento do ministério. Ou eles mentiram antes ou estão, agora, quebrando o MEC de vez, isto depois de já terem acabado com o Pronatec, terem cortado o Fies e terem suspendido toda expansão das Universidades Públicas”, afirma.

Confira a íntegra da nota do ex-ministro:

“Eles sempre atribuíram os desmontes que vem realizando na educação ao fato de supostamente terem encontrado o MEC quebrado, em razão do contingenciamento provisório de R$ 4,2 bilhões que fizemos em março de 2016, enquanto aguardávamos a votação da alteração da meta do superávit. Pois bem. Depois do golpe, quando o Congresso finalmente alterou a meta, este valor foi reintegrado ao orçamento do MEC, como havíamos planejado.

Agora, eles anunciam um bloqueio dos mesmos R$ 4,2 bilhões no orçamento do ministério. Ou eles mentiram antes ou estão, agora, quebrando o MEC de vez, isto depois de já terem acabado com o Pronatec, terem cortado o Fies e terem suspendido toda expansão das Universidades Públicas.

Quando denunciamos o fim do Ciência Sem Fronteiras, falaram também que só queríamos criar pânico nos estudantes. Agora, confirmam o desmonte do programa. Mais uma vez, a sociedade paga pelos retrocessos e desmandos na educação. Sofrem, principalmente, os mais pobres que, em razão da renda, dificilmente terão a oportunidade de estudar no exterior, como faziam com o suporte do Ciência Sem Fronteiras. Dos alunos que participaram do Ciência Sem Fronteiras, 26,4% são negros; 25% são jovens de famílias com renda até três salários mínimos; e mais da metade são de famílias com renda de até seis salários mínimos. Nunca tiveram essa oportunidade.

Todos os países importantes do mundo têm programas importantes de incentivo a mobilidade internacional de estudantes. A União Europeia, por exemplo, tem o Erasmus Mundi, isso para não falarmos da China que tinha, quando lançamos o Ciência Sem Fronteiras, 80 mil estudantes de doutorado só nos Estados Unidos.

O choque de conhecimento gerado pelo Ciência Sem Fronteiras ajudou o a Brasil chegar a ser, em determinado momento, o 13º país do mundo que mais publicava artigos científicos. Além disso, lançamos o Idiomas Sem Fronteiras para atender a demanda pelo aprendizado de idiomas, especialmente o inglês, gerada pelo Ciência Sem Fronteiras, que já era um dos objetivos complementares do programa, o de internacionalizar nossas universidades.

Além disso, a participação no Ciência Sem Fronteiras despertou nestes jovens a motivação para seguir na pós-graduação, mestrado e doutorado. Dos 13 mil alunos de graduação que passaram um ano no exterior pelo programa, que retornaram e concluíram o ensino superior no Brasil, 20% se tornaram alunos de pós-graduação. Quando falamos dos alunos que não participaram do Ciência Sem Fronteiras, esse percentual é inferior a 5%, nas mesmas áreas de formação.

O programa priorizou áreas estratégicas para o país como ciências, tecnologias, engenharia, matemática, computação, informática, medicina e saúde. Com isso, o Ciência Sem Fronteiras impulsionou o país para a ciência, tecnologia e inovação, aumentando a produtividade, competitividade e preparando as bases da economia do conhecimento. Só na primeira fase do programa, enviamos 73,3 mil universitários brasileiros para o exterior. Eles participaram de 2.912 universidades de 54 países, sendo 182 das 200 melhores universidades do mundo.

Em tempos de crise, é até compreensível que o programa passe por ajustes, como a redução do escopo para melhoria da qualidade, a questão da oferta de bolsas parciais, ou até a busca de mais parcerias com a iniciativa privada, que deveria ter sido responsável 25% do financiamento do programa, apesar de algumas empresas não terem cumprido o acordado, enquanto estivemos na gestão.

Agora, acabar definitivamente com o programa é um retrocesso inaceitável. A crise exige ajustes, mas não desmontes e retrocessos que eles querem que permaneçam pelos próximos vinte anos, com a PEC do teto dos gastos sociais”.

@lingua

Comerciários de Petrolina voltam à mesa de negociações

 

Após tentativas frustradas  de negociação, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Petrolina (Sintcope) e representantes dos empregadores, realizarão   mais uma rodada da negociação da Campanha Salarial. A reunião está marcada esta segunda-feira (3) .

O local escolhido para a negociação será no Lions Club , a partir das 17h. Os trabalhadores querem  um piso de R$ 1.100 para os comerciários e R$ 1.360,70 para o motorista entregador.

@lingua

Paulo Câmara, o todo poderoso que o povo rejeita…O pior da história

O número é resultado de um levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisas UNINASSAU neste sábado (1º). O governador também é considerado o pior da história de Pernambuco

No comando da gestão estadual há dois anos e três meses, o governador Paulo Câmara (PSB) terá dificuldades para conquistar o apoio popular e disputar a reeleição em 2018. Ao menos é o que sugere uma avaliação da atuação dele à frente do Palácio do Campo das Princesas, divulgada neste sábado (1º) pelo Instituto de Pesquisas UNINASSAU. De acordo com o levantamento, encomendado pelo LeiaJá em parceria com o Jornal do Commercio, 74% dos entrevistados desaprovam o governo do pessebista. O percentual de aprovação é de 16%.

O raio-x foi feito pelo Instituto a partir de 2.014 entrevistas realizadas em todas as regiões do estado. Os maiores índices de reprovação estão no Recife e no São Francisco. Já a aprovação é maiúscula nas outras áreas do Sertão. A forma como Paulo Câmara administra o Estado também foi aferida. Para 37% dos que responderam à amostra, a administração do afilhado político de Eduardo Campos é péssima; 27% disseram que era ruim e 23% apontaram como regular.

@lingua