Arquivo - 23 de Fevereiro de 2017

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Desperdício de dinheiro público | Sem manutenção, carro da Câmara de Petrolina está abandonado
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Ministro José Serra pede demissão do cargo

Desperdício de dinheiro público | Sem manutenção, carro da Câmara de Petrolina está abandonado

 

Há  quase  uma década, Um veiculo Besta grand , que pertence à Câmara de Vereadores de Petrolina,  encontra-se parado, totalmente abandonado. A situação revela desperdício de dinheiro público.

Apesar da Câmara de Vereadores  Petrolina  justificar que o veículo é do ano 2004, e por isso não compensaria consertá-lo, verifica-se que  o carro chegou  ao nível de deterioração devido a Câmara não ter uma política eficiente de manutenção programada e preventiva para garantir o maior tempo de uso do veículo público. Além disso, nota-se que, diferente da Camara de vereadores que preferiu abandonar o veículo, empresas privadas e diversos cidadãos tem carros bem mais antigos em perfeitas condições circulando pelas estradas petrolinenses.

O que se verifica mais uma vez é a falta de gestores eficientes que possam administrar os bens públicos. É inaceitável que o município deixe veículos chegaram a tal grau de abandono. A população defende a necessidade da melhoria na gestão do patrimônio público, evitando desperdício de dinheiro.

A Câmara de Petrolina informou que o leilão acontecerá em breve. Segundo a Casa Plinio Amorim, é preciso esperar resposta do  leiloeiro, o processo está todo pronto e todo montado.
Por cauby Fernandes
@lingua

Ministro José Serra pede demissão do cargo

Ministro José Serra pede demissão do cargo

 

O ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do cargo, na noite desta quarta-feira (22), por problemas de saúde. Segundo a sua carta de demissão , o ministro alega não conseguir mais acompanhar as viagens internacionais e as dificuldades dos dia a dia de trabalho.

Antes de embarcar para seu último compromisso internacional, um encontro para discutir políticas públicas na Alemanha, José Serra (PSDB) tomou uma injeção com analgésicos para aliviar as dores que sentia na coluna.

O incômodo, que se acentuava em viagens aéreas, havia se tornado uma rotina desde que o agora ex-chanceler diagnosticou um desgaste acentuado entre duas vértebras, ainda no ano passado.

Em conversas com pessoas próximas, Serra vinha dizendo que o quadro beirava o insuportável. Há cerca de 20 dias confidenciou que, diante do quadro, pensava em deixar a chefia Ministério das Relações Exteriores, pasta que, pela função, obriga o titular a fazer longos voos. Temia, porém, que a decisão irritasse Temer, fragilizasse o governo e desse margem a especulações sobre uma motivação política.

Temer presenciou por diversas vezes a aflição do então ministro. Durante um viagem para a Índia, em novembro do ano passado, disse ao próprio Serra que o via abatido e que achava que ele vinha se alimentando mal. Pediu para que o ministro tentasse descansar.

Serra se submeteu a uma cirurgia na coluna no mês seguinte, para descomprimir a cervical e substituir o disco vertebral que estava desgastado por uma placa. Chegou a ficar internado em uma unidade de terapia semi-intensiva.

Após a alta, retomou o trabalho, mas continuou se queixando de dores. Em visita a São Paulo, no último dia 29 de janeiro, comentou que a coluna, após a cirurgia, passou a incomodar ainda mais do que antes.

Serra entregou sua carta de demissão a Temer nesta quarta-feira (22). Disse ter sido um orgulho integrar a equipe do presidente, de quem é amigo pessoal há anos. Prometeu retomar suas atividades no Senado. Ele tem mandato na Casa até 2022.

Pessoas próximas ao ministro dizem ainda que ele vinha manifestando profunda inconformidade com citações ao seu nome na Operação Lava Jato. Como mostrou a Folha em agosto de 2016, um dos delatores da Odebrecht afirmou que a empreiteira fez doações no exterior à campanha de Serra à Presidência em 2010.

Com as especulações em torno do fim do sigilo sobre o acordo de colaboração firmado pela empresa com a Justiça, aliados não descartam que o ministro tenha se afastado para minimizar um eventual desgaste para o governo. Com informações da Folhapress.

@lingua