Arquivo - 30 de Novembro de 2016

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Vaquejada agora é patrimônio cultural imaterial
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Um Brasil que se cala!

Vaquejada agora é patrimônio cultural imaterial

a7p2e6zuut8llqjd5q00dtfvwO presidente Michel Temer sancionou sem vetos a lei que eleva rodeios, vaquejadas e outras expressões artístico-culturais à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial.

Em julgamento realizado no dia 6 de outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional uma lei cearense que regulamentava eventos desse tipo. Desde então, a proposta que visava à legalização das vaquejadas ganhou força no Congresso Nacional e foi aprovada no mesmo dia (1º de novembro) tanto na Comissão de Educação, Cultura e Esporte quanto no plenário do Senado. A decisão do STF resultou também em uma manifestação contrária a ela, feita por vaqueiros no dia 11 de outubro na Esplanada dos Ministérios.

A vaquejada é uma atividade competitiva bastante praticada no Nordeste do País, na qual os vaqueiros têm como objetivo derrubar o boi, puxando-o pelo rabo. As pessoas contrárias à atividade argumentam ser comum o tratamento cruel de animais.

Com a sanção presidencial publicada no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira(30), a prática passa a ter respaldo legal.

Na defesa que fez de seu relatório aprovado em novembro, o senador Roberto Muniz (PP-BA) argumentou existir ações de aperfeiçoamento da atividade para proteção do animal. Segundo ele, é preciso discutir formas de cuidar bem dos animais sem que seja necessário negar a prática de manifestações culturais, e que a proibição da vaquejada representa “desprezo do que é a cultura nordestina”, em especial a cultura do interior do País.

 

Com a sanção da lei, além da vaquejada passam também a ser considerados patrimônio cultural imaterial do Brasil o rodeio e as expressões culturais decorrentes dela – caso de montarias, provas de laço, apartação, bulldog, paleteadas, Team Penning e Work Penning, e provas como as de rédeas, dos Três Tambores e Queima do Alho. Também se enquadram como patrimônio cultural imaterial os concursos de berrante, apresentações folclóricas e de músicas de raiz.

Wildemberg Sales foi um dos organizadores do Movimento Vaquejada Legal no Distrito Federal (DF), evento feito em outubro contrário à decisão do STF. Segundo ele, cerca de 700 mil famílias vivem de forma direta ou indireta da vaquejada em todo o país. Ele também alega não haver agressão aos animais durante os espetáculos e que essas suspeitas decorrem, em parte, do fato de a vaquejada ser confundida com outras atividades, como é o caso da farra do boi.

*Com informações e reportagem da Agência Brasil

 

Um Brasil que se cala!

01547741400O país dos contrastes!

Queremos mudanças, queremos melhorias… Queremos políticos ladrões fora do poder!

Essas  foram as frases mais usadas pelos brasileiros nos últimos anos, e isso tem ressoado de maneira fortíssima na vida do Brasil. No entanto, sem efeito positivos reais. Isso por que o brasileiro  apenas grita, e nada faz! Talvez até você queira mudança, mas você já foi pra Rua? Talvez você se pergunte…O que vou fazer lá?  O grande problema é que muitos se esquecem que indo, o numero cresce e força ao politico, o poder público,  olhar com olhar mais apurado para a necessidade do povo que clam.

Se você apenas quer que outros falem por você , é um direito seu! No entanto é preciso você se condoer pelo país que sofre por uma meia duzia que o detona e o faz  se tornar um país caótico, medroso, e que não luta pelos seus direitos!!

Sem sonho e liberdade, o homem é pedra e escuridão!   Calar a voz é matar a liberdade de expressão e os direitos invioláveis e democráticos da cidadania. Infelizmente, no mundo atual, este crime programado contra a liberdade de expressão, vem sendo usado pelos governos autoritários, com medo da verdade.Estamos deixando que os políticos enterrem nossa liberdade…

Cauby Fernandes

@lingua