Arquivo - 21 de Julho de 2016

1
Operação Turbulência completa um mês de muitas dúvidas
2
” FBC é um adversário cujas ideias não colam com as minhas”, disse Osvaldo Coelho
3
PMDB de Petrolina prepara Convenção Municipal

Operação Turbulência completa um mês de muitas dúvidas

Na Operação
Turbulência, Pernambuco é o centro das investigações. A operação que foi  deflagrada pela Polícia Federal para
desarticular um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro, completa  um mês, e as dúvidas permanecem no ar. Tudo
começou com um  questionamento sobre a
compra do jatinho para a campanha do ex-governador Eduardo Campos
(PSB). O governador morreu, vítima de acidente aéreo há dois anos.  Está sendo investigado o movimento de R$ 600
milhões, em recursos ilícitos da Refinaria Abreu e Lima e da Transposição do
Rio São Francisco. Nesses 30 dias, as  perguntas respondidas tem um tom esquálido e o
saldo das investigações é de um empresário encontrado morto em um motel em
Olinda, em circunstâncias misteriosas e mais quatro empresários presos.
A Polícia Federal mantém  silêncio sobre a investigação. No  esquema foi divulgado que existem três líderes
entre os presos, mas  a PF não confirmou os
nomes.O caso se mistura  com a Operação
Lava Jato. A operação  revelou  que os responsáveis eram Eduardo Freire
Bezerra Leite, Lyra de Mello Filho, Apolo Santana Vieira e João Carlos. Porém
ninguém sabe que  papel  cada um assumia  dentro da organização.
A grande  polêmica é
que  a Polícia Civil está  conduzindo as investigações. O deputado
estadual Edilson Silva (PSOL) chegou a pedir ao procurador-geral da República,
Rodrigo Janot, solicite ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a PF assuma o
caso. O argumento é de que a operação envolve políticos do PSB, partido cujo
vice-presidente é o governador Paulo Câmara, que controla a secretaria. A
Polícia Federal mantém uma equipe acompanhando o inquérito presidido pela
delegada Gleide Ângelo e afirma que só toma a frente da apuração se for provado
que a morte está ligada à Turbulência. Não há previsão para a conclusão da investigação.

” FBC é um adversário cujas ideias não colam com as minhas”, disse Osvaldo Coelho

Em
uma das suas últimas entrevistas  concedidas a jornalistas de Petrolina, o Dr.Osvaldo
Coelho foi enfático quanto a uma possível aliança com Fernando Bezerra. Sóbrio
como sempre, o saudoso deputado,  querido
por  Petrolina, sempre zelou pela coerência
nas suas escolhas. O Blog @ Língua posta agora essa entrevista concedida à jornalista
Mônia Ramos, que reproduziu com fidelidade as palavras ditas naquele momento por
Dr. Osvaldo Coelho a respeito de Fernando Bezerra e seu grupo.
Por Mônia Ramos , Postado em 30 de julho de 2014,
no Blog da Jornalista Josélia Maria.
Acompanhem:
O
recuo de Osvaldo Coelho. Após levantar a possibilidade de seguir com Fernando
Bezerra Coelho  (PSB), o ex-deputado volta atrás e recua de apoiar a
candidatura do socialista ao Senado.
Segundo
ele, suas palavras ficaram ao vento e por este motivo refletiu melhor sobre o
posicionamento político. “Política é igual a pingue-pongue hoje você diz uma
coisa e espera outra, eu na realidade pertenço a um partido político DEM que
apóia a candidatura da Frente Popular, é normal que eu me debruçasse nessa
possibilidade, continuo debruçado na possibilidade de apoio ao palanque da
Frente, mas de Fernando não tive se quer uma conversa. Minhas palavras ficaram
ao vento não valeram nada e por isso estou refletindo melhor meu
posicionamento”, disse.
Osvaldo
ainda frisou: “FBC é um adversário cujas ideias não colam com as
minhas, o meu partido quer, mas eu tenho essas barreiras”. Ele disse que seu apoio a Frente Popular naturalmente
declinava  a Fernando, já que é candidato da chapa, mas declarou que pela
primeira vez está “num beco sem saída”.
Osvaldo
Coelho disse que suas ideias sobre a importância da irrigação se divergem com
as de FBC. “De um lado tem Dilma Rousseff que eu não quero e
do outro tem FBC cujas ideias não colam com as minhas, eu tenho dificuldades
com ele. Irrigação não é canal não, é o que ele traz: trabalho, é emprego.
Penso nessa matriz e quando tem um adversário político que pensa que irrigação
é pedra e  cal, então eu tenho dificuldade enorme”.
Ele
ainda disse: “Ninguém vem de lá pra cá pra dizer que nossa
bandeira será agasalhada”, critica a inobservância de suas propostas sobre
irrigação.
Durante
entrevista, Osvaldo Coelho declarou que está estagnado. “Continuo debruçado na possibilidade de apoio ao palanque a Frente, mas
de Fernando não tive se quer uma conversa. Me encontro numa dificuldade muito
grande, primeiro de dá qualquer apoio a Dilma,
pra mim não é bom, e segundo é esse encontro com o desencontro”, pontuou.
Enfim
,  Petrolina agora está num dilema. A
aliança de Guilherme Coelho com o grupo de FBC destoa totalmente das ideias do
homem que mais lutou pela irrigação no Brasil… E agora como fica aquele que sempre amou as ideias de um homem sábio?
Por
Blog @lingua
Com
Colaboração de Cauby Fernandes, Carla Pinheiro e Carlos Ferreira

PMDB de Petrolina prepara Convenção Municipal

Sábado
23 de Julho  é o dia marcado para a
convenção partidária do Partido do Movimento Democrático Brasileiro-PMDB em
Petrolina.Considerado
 o ponto de partida para a campanha
eleitoral que pretende  eleger  o prefeito, vice-prefeito e candidatos ao
cargo de  vereadores de Petrolina. A
convenção acontece a partir das 17 h no Pavilhão de Eventos do Centro  de Convenções.

Foram
convocados para o ato membros titulares e suplentes do Diretório municipal, os
Parlamentares do Partido com domicílio eleitoral em Petrolina – PE e os membros
do Diretório Estadual com domicílio eleitoral em Petrolina, além de
correligionários e simpatizantes à luta do partido.
Durante
a convenção serão oficializados nomes de pré-candidatos que pleiteiam vagas no
executivo e legislativo municipal. O momento será também de apresentação de
propostas de governo e alinhamento político entre os correligionários e
candidatos.O
partido promete fazer uma grande festa, para que o inicio da campanha dos Peemedebistas
seja um momento marcante.
Por blog@ lingua