Clientes reclamam de formação de filas em estacionamento de shopping de Petrolina

 

Devido a uma situação revoltante no estacionamento do River Shopping , em Petrolina, clientes estão insatisfeitos e registrando reclamações. O motivo, segundo apurado pela reportagem do blog a língua, é a formação de filas na saída do estacionamento , o que está atrapalhando os  condutores na hora de voltar para seus lares. O problema acontece devido as cancelas de saída que estão travando  e impedindo a saída do Centro de compras.

A equipe do blog  compareceu ao estacionamento e constatou esse transtorno, principalmente , à noite. Em ambas as saídas  ( só existem duas), verificou-se diversos motoristas  usando buzinas e descendo dos veículos, tentando amenizar a situação.

O aposentado João Batista Melônio, de 64 anos, disse que essa situação não é recente, pois já acontece há pelo menos 5 meses. Segundo ele, as segundas- feiras, quartas e sábados, são os dias mais complicados, e nesse fim de ano o problema só agravou.  O mais revoltante, disse o aposentado, é que não há ninguém fiscalizando essa conduta, o que contribui para a reincidência das fila s que se formam na hora de sair . Ele frisou que já tentou conversar várias vezes com a direção do shopping, mas nunca conseguiu.

A reportagem do Blog  também procurou a direção do shopping para falar sobre o assunto e discorrer sobre as providências que estão sendo tomadas, mas também não obteve sucesso. Enquanto isso,
os clientes estão sendo cada vez mais prejudicados, com risco de chegarem atrasados em outros compromissos ou colidirem nos veículos que ficam nessa fileira de automóveis.

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Preços abusivos e estrutura ruim afastam petrolinenses do Bodódromo

 

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No ano 2000, durante a segunda gestão do prefeito de Petrolina Guilherme Coelho, o Bodódromo  foi inaugurado, e logo ficou conhecido como um dos principais pontos gastronômicos e turísticos da cidade. Naquela época e por alguns anos, o complexo de restaurantes, era acessível aos petrolinenses, sem contar que virou ponto de encontro das famílias.  Passados 17 anos, a realidade é outra e bastante distante daquela do início. E cada dia que passa o complexo de restaurantes vai morrendo.

Preços abusivos

Com preços que fogem da realidade da cidade, o Bodódromo vai afastando os clientes que são nativos e  apenas os turistas ou gente abastada frequenta o local. As famílias Petrolinenses foram procurar locais mais em conta. O que se vê hoje na cidade,  é uma série de restaurantes espalhados pelo município, nas periferias, com preços justos e que atraem uma multidão, ao passo que o Bodódromo vai definhando.

Com uma estrutura defasada, um dos mais conhecidos cartões-postais de Petrolina necessita de uma revitalização profunda, mas até hoje apenas o ex- prefeito Julio Lossio ainda fez alguma coisa. Enquanto isso os restaurantes fecham, deixando cada vez mais o Bodódromo com aparência de depósito.

O  Bodódromo carrega a fama de ser um dos maiores centros gastronômicos ao ar livre do país. Quem é de Petrolina já constatou, porém, que a realidade é outra há muito tempo. E quem vem de fora, chega à mesma conclusão.

Revitalização
Uma promessa de revitalização parece que vai sair do papel. Nesta sexta-feira (29) a Prefeitura de Petrolina e a CODEVASF,  firmaram um convênio para a requalificação desse,  que é  um dos principais polos turísticos e gastronômicos do Sertão. Com investimento de R$ 1,3 milhão, o tradicional Bodódromo receberá obras no próximo semestre segundo a prefeitura.

O convênio foi assinado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Agrário, José Batista da Gama, o superintendente regional da CODEVASF,  Aurivalter Cordeiro, o vereador Ronaldo Silva e o deputado federal Guilherme Coelho, autor da emenda parlamentar que assegurou os recursos. Entre as ações previstas na requalificação estão melhorias no pátio e vias de acesso, iluminação, estacionamento – inclusive para ônibus de turismo –, e até a criação de um anfiteatro no local.

 

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Paulo Câmara celebra em missa de Ação de Graças

 

 

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Em sua última agenda pública do ano, o governador Paulo Câmara acompanhado pela  família, o chefe do Executivo estadual participou da Missa de Ação de Graças, na Paróquia de Casa Forte, Zona Norte do Recife.

Na ocasião, Paulo fez questão de ressaltar que o ano de 2017 foi muito desafiador, mas que Pernambuco está conseguindo dar respostas positivas para superar a crise.

“Pernambuco tem mostrado, nos últimos meses, uma melhoria significativa na geração de empregos, no crescimento econômico e na atração de empresas. Nós estamos conseguindo fazer com que obras importantes sejam concluídas. A educação é e vai continuar como a melhor do Brasil, graças a todo esse trabalho que vem sendo feito. A segurança também está dando sinais de melhoras neste final de ano. Então, nós estamos confiantes. Vamos começar 2018 melhor do que começamos 2017”, frisou o governador.

Paulo aproveitou a oportunidade para desejar um 2018 melhor para toda a população. “Eu agradeço ao povo de Pernambuco por toda a solidariedade que a gente vem recebendo. A população pode ter a certeza de que em 2018 a gente vai continuar trabalhando muito. Vai ser um ano desafiador, mas vai ser também um ano de muito trabalho, de muito compromisso, de buscar melhorar a vida das pessoas. Desejo a todos um feliz ano novo, e um 2018 de muita saúde, paz e realizações”, finalizou.

 

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Tribunal acelerou de maneira incomum ação contra Lula

Tribunal acelerou de maneira incomum ação contra Lula

Um levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo aponta que, em 2017, apenas dois processos públicos por corrupção foram decididos em menos de 150 dias no TRF-4. Um deles, o do recurso contra a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No caso de lavagem de dinheiro, nenhum de mérito foi julgado pela instância.

A velocidade da tramitação realziada de maneira incomum, levantou e, no último dia 15, o presidente da corte, juiz federal Carlos Eduardo Thompson Flores, rebateu as indagações. Ele juntou uma lista de 1.326 ações julgadas em até 150 dias no tribunal em 2017 –48,9% do total das decisões criminais.

Contudo, entre os 1.263 processos públicos (63 estão em segredo de Justiça) relacionados por Flores, apenas os dois por corrupção –menos de 0,2%– tratam dos mesmos crimes da ação contra o petista, que ainda tem réus como o ex-líder da OAS Léo Pinheiro e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

O julgamento está marcado para 24 de janeiro e pode não se encerrar nessa data, porque um dos três juízes da turma julgadora pode, por exemplo, pedir vista para ter mais tempo de analisar o caso.

Condenação

Lula foi condenado na primeira instância, pelo juiz Sergio Moro, a nove anos e seis meses de prisão em julho e o recurso chegou em 42 dias no TRF-4, recorde na Lava Jato.

 

 

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