Miguel Coelho e Sindsemp não chegam a acordo…Se chove, não molha

 

 

Em mais uma reunião frustrada do Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina – SINDSEMP com representantes do Executivo, nenhuma proposta de reajuste salarial foi elaborada. Na discussão dessa quarta-feira, (26), apenas justificativas foram apresentadas. O impasse continua.

Para o presidente do SINDSEMP, Walber Lins,  não existe uma vontade de Miguel  Coelho e equipe  em querer resolver essa  situação. “O Executivo não trouxe nenhuma proposta, pelo contrário, trouxe justificativa de que não haveria viabilidade econômica no momento, então se não havia essa viabilidade, ela já foi estudada a mais tempo e teria como trazer essa possibilidade no período da negociação, bem anteriormente, o que não aconteceu. Se no primeiro semestre, que é o maior pico de arrecadação de receita no município, não existe viabilidade de negociação, imagine no segundo semestre, que teria uma frustração de receita, e não teria realmente como abraçar esse reajuste do servidor?”, disse o presidente.

A Secretária de Gestão Administrativa, Luiza Leão, que compareceu à reunião acompanhada da Diretora Financeira, Larisse da Silva e da Diretora de Atenção Básica, Maria Grasilda, alega que a dificuldade da negociação é referente impacto na folha.

Diante do resultado da reunião, a diretoria do sindicato convoca todos os servidores de categorias de leis específicas, para uma Assembleia no dia 05 de maio, ás 8 h no auditório do Hotel Grande Rio, para que o assunto seja deliberado e possa verificar a situação, que ora é de suspensão do movimento grevista, e assim definir os próximos passos a serem dados.

@lingua

Ver Postagem

Cidadãos se manifestam contra reformas trabalhista e previdenciária do governo Temer

Enquanto a equipe do presidente Michel Temer se apressa para aprovar as reformas trabalhista e da Previdência, a sociedade civil organiza uma greve gera para a próxima sexta-feira (28). Bancários, metroviários e motoristas de ônibus, além de professores da rede pública, petroleiros e servidores de diversas regiões do país já anunciaram que vão parar.

Além das categorias esperadas, professores de algumas escolas particulares, de São Paulo, do Rio e de Fortaleza, com o apoio das diretorias, já confirmaram adesão. Aeronautas devem decidir sobre sua participação nesta quinta-feira (27), mas a paralisação não deve ser total.

Em São Paulo, a concentração está prevista para às 16h no Largo da Batata, na zona oeste da cidade, e deve seguir em passeata até a residência de Temer, em Pinheiros. Já no Rio, o ato começará às 17h, na Cinelândia, região central.

Confira a lista de algumas instituições que devem paralisar as suas atividades nesta sexta, segundo o El País:

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo afirmou que irá aderir, e que as atividades nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás serão paralisadas por 24 horas. A linha 4-Amarela, administrada pela ViaQuatro deve operar normalmente. O Sindicato dos Ferroviários convocou assembleia-geral para decidir se adere ou não ao movimento. Os motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo também aprovaram a adesão à greve.

O Sindicato dos Professores de São Paulo já anunciou que vai parar, o que deve atingir grande parte das escolas particulares do Estado. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado, que engloba a rede pública, também irá participar.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ligado à CUT, também declarou apoio à greve, e anunciou ações em fábricas de automóveis da região.

O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, também vai aderir à paralisação.

Os trabalhadores dos Correios entraram em greve desde às 22h desta quarta por tempo indeterminado. Eles foram motivados pelas ameaças de privatização e demissões, além do possível fechamento de agências e do desmonte fiscal da empresa.

No Rio, fiscais, motoristas e cobradores de transporte público decidiram aderir à greve. A cidade deve ter os serviços de ônibus, BRT e VLT interrompidos.

Os bancários também cruzarão os braços. Participarão também da greve servidores públicos do Estado como os funcionários do Poder Judiciário, que apenas atenderão demandas urgentes.

Em Belo Horizonte, motoristas de ônibus paralisarão as atividades em garagens e terminais, assim como o resto de trabalhadores rodoviários e os bancários. Os rodoviários e metroviários, vão parar juntos, pelo menos, no Distrito Federal, no Recife e em Porto Alegre.

Em Pernambuco, a adesão será massiva, segundo a CUT. Metroviários, Polícia Civil, petroleiros, guardas municipais do Recife, enfermeiros, condutores de ambulância e até o sindicato dos porteiros devem parar.

Na Bahia, espera-se a adesão dos servidores públicos de saúde, rodoviários de Salvador, da Polícia Civil, dos petroleiros, professores da rede pública, metalúrgicos, bancários e servidores públicos estaduais.

Já no Ceará, o transporte, o comércio, petroleiros, professores e servidores públicos vão aderir à greve.

Em Mato Grosso, policiais civis, agentes penitenciários, servidores de saúde e professores da rede estadual prometeram aderir à paralisação.

No Maranhão, espera-se a adesão de professores, trabalhadores rurais, servidores municipais e federais, funcionários dos Correios, profissionais da saúde e rodoviários.

Em Alagoas, professores do ensino público e particular, bancários, servidores federais e funcionários de transporte público de Maceió devem parar.

No Amazonas, profissionais da construção civil, Polícia Civil e petroleiros, além de professores universitários, rodoviários e bancários já anunciaram que vão aderir à greve.

Em Pernambuco, rodoviários e metroviários, servidores e professores de universidades públicas também vão parar.

@lingua

Ver Postagem

Câmara de vereadores de Petrolina vai ao bairro Santa Luzia com pauta vazia. Só gastar dinheiro

Resultado de imagem para sessao itinerante

O bairro Santa Luzia, zona norte da cidade, recebe a primeira sessão itinerante da Câmara de Vereadores de Petrolina na  atual legislatura. A abertura da sessão está marcada  para  às 18h,  na Escola Municipal Luiz Rodrigues,  na Rua 10.

A sessão itinerante é um instrumento da Câmara Municipal voltado para a interiorização do Poder Legislativo no município, aproximando o Legislativo com a população de cada comunidade, e, segue os mesmos moldes de uma sessão comum na Câmara, com leitura de indicações e moções, apresentação de requerimentos e votação de Projetos de Lei.No entanto a  pauta da sessão chega ao bairro do Santa Luzia, vazia, sem nenhum projeto ou proposta a ser votado.

Não dá para entender. Para quê levar uma sessão ordinária para um bairro, deslocando servidores, gastando dinheiro público, sim,por que vereadores vão receber por essa sessão, e,no entanto,  levam uma pauta vazia? É no mínimo estarrecedor!

No Panfleto que a Casa mandou fazer e distribuir, tem dizendo a pauta para os bairros convidados, porém, na pauta oficial da Câmara  , nada consta. É brincar  e subestimar a  inteligencia do povo. Petrolina inteira sabe que o bairro Santa Luzia  e os bairros vizinhos a ele, são carentes de diversos serviços, e o presidente e a mesa diretora da Casa Plínio Amorim, decidem sair em comboio em direção ao bairro levando nada nas mãos? Era melhor ter deixado a sessão quietinha lá na Câmara mesmo, pelo menos o gasto seria menor. Vai entender! Coisas de seu Osório Siqueira que, com seus comandados gastam dinheiro publico sem necessidade.

 

@lingua

 

Ver Postagem

Câmara aprova texto-base da reforma trabalhista

Resultado de imagem para reforma trabalhista

 

 

A  proposta de reforma trabalhista foi aprovada na noite desta quarta-feira (26) por 296 votos a 177, depois de muitos debates acirrados em plenário e policiais cercando o Congresso.

Parlamentares da oposição apresentaram requerimento para impedir a votação, mas foram derrotados por 226 a 125 deputados. O placar elástico contra a oposição mostrou que a votação também poderia ser semelhante.

O PT, o PDT, o PSol, o PCdoB e a Rede, todos da oposição, orientaram contra a aprovação do texto que foi relatado pelo deputado. O PSB, o SD e o PMDB, que transitam no bloco de independentes, também deliberaram contra a reforma, mas os votos dos deputados oposicionistas não foram suficientes.

O PHS liberou sua bancada, mas houve voto dos infiéis. A proposta de reforma trabalhista é de autoria do governo Michel Temer. Ela foi enviada à Câmara e votada na semana passada para ser debatida de forma urgente. A intenção era evitar que a pressão da sociedade chegasse aos deputados. O relator da matéria é o deputado Rogério Marinho (PSDB/RN).

A base governista tentou realizar uma votação sem que o nome dos deputados fosse revelado – ou seja – secreta. Mas a iniciativa foi derrotada. “Se é verdade o que vocês dizem, que esta legislação é boa, que vai garantir emprego e manter todos os direitos de trabalhadores e trabalhadoras, por que estão com medo de colocar as digitais nesta matéria? Queremos voto aberto”, sugeriu o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Em virtude do fim do período regimental da sessão, os deputados realizarão outra em seguida para começar a votar os destaques apresentados ao texto. A apreciação dos destaques deve entrar pela madrugada.

Segundo o deputado federal Tadeu Alencar (PSB), a reforma muda cerca de 100 artigos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e prejudica o trabalhador. Ele inclusive lamentou a forma como a proposta foi votada, sem nenhum debate. Já o deputado federal Danilo Cabral (PSB) acredita que o texto ainda pode ser barrado no Senado, a depender da pressão da sociedade.

 

@lingua

Com Informações do Diário de Pernambuco

Ver Postagem