“Calem a boca que nós já pagamos o Bolsa Família de vocês”. Alexia Dechamps

alexia-dechampsNesta terça-feira (25), a atriz Alexia Dechamps causou polêmica em audiência pública em Brasília na Câmara dos Deputados, para decidirem se proíbem ou não a vaquejada no Brasil.

Segundo informações da colunista Fabíola Reipert, do site ‘R7’, a modelo Maria Paula Maia, de Maceió (Al), estava no local e ficou indignada com a falta de respeito de Alexia com os nordestinos que estavam no local.

A atriz disse para eles: “Calem a boca que nós já pagamos o Bolsa Família de vocês”.

Alexia participava da audiência pública saindo em defesa dos animais, pois na vaquejada, que é uma atividade cultural do Nordeste, eles sofrem bastante, porém acabou sendo critica pela forma como tratou as outras pessoas no local.

Por @lingua

Ver Postagem

A farra do forró acabou!

abre-forroFenômeno de audiência há quatro anos, a novela “Avenida Brasil”, da Rede Globo, apresentava alguns de seus melhores momentos quando Suelen, personagem da atriz Isis Valverde, entrava em cena com leggings e tops coloridos seduzindo os homens do Divino ao som de “Correndo atrás de mim”. A repetição dos versos-chiclete “Eu quero ver você correndo atrás de mim/ Eu quero ver você correndo atrás de mim/ Quando eu te procurei você nem ligou pra mim/ Agora eu quero ver você correndo atrás de mim” algumas vezes por semana no horário nobre da tevê transformou o grupo Aviões do Forró, que já tinha uma carreira de 10 anos no Nordeste, em sucesso nacional. Emendando um hit no outro, Solange Almeida e Xand Avião, vocalistas da banda, acumularam fortuna cantando desilusões amorosas em ritmo de “forró-pop”, numa contribuição questionável à cultura popular. Agora, uma investigação da Polícia Federal (PF) batizada de For All questiona também a contribuição do grupo para a Receita. Os policiais suspeitam que, ao lado de outras bandas ligadas à A3 Entretenimento, eles tenham sonegado cerca de R$ 500 milhões em impostos entre 2012 e 2014.

BLOQUEIO DE BENS

A operação deflagrada na terça-feira 18 apura ainda suspeitas de omissão de rendimentos e lavagem de dinheiro. Além do Aviões, outros três conjuntos de forró são acusados de realizar shows declarando apenas 20% do valor dos contratos. Ao todo, foram bloqueados 163 imóveis e 38 veículos, como Mercedes-Benz, BMWs e Land Rovers, e 32 pessoas foram conduzidas para prestar esclarecimentos, inclusive Xand e Solange, que foram ouvidos e liberados. Procurados pela ISTOÉ, eles informaram, em nota, que estão “à disposição da Justiça”. Se mantiver a agenda, como divulgado, a banda embarca nesta semana para os Estados Unidos, onde tem shows marcados em Nova York, Boston e Miami. “Assim como o forró é para todos, os tributos são propriedade do povo brasileiro”, diz o auditor fiscal João Batista Barros, superintendente regional da Receita Federal. “Analisamos os aspectos exteriores de riqueza, como imóveis, atividades e consumo, e a compatibilidade com o apresentado nas declarações.”

VIDA DE LUXO

Vaidosos, “Solanja”, como é chamada pelos fãs, e Xand adoram as redes sociais, onde publicam fotos com o “look do dia”, em viagens e compras (ela vive nas lojas de grife do Shopping Iguatemi de Fortaleza). A cantora também se orgulha com as cantadas e elogios que recebe por causa do corpo 50 quilos mais magro, conquistado graças a uma cirurgia bariátrica feita há oito anos. Xand, que também é sócio de uma churrascaria, é apaixonado por carros esportivos – no ano passado, comprou em Recife um Porsche Cayman S, avaliado em R$ 399 mil. Dono de uma concessionária de automóveis em Fortaleza e amigo de Xand, um empresário que pediu para não ser identificado, disse que todos os carros do cantor são financiados e que ele nunca fez nenhuma transação com dinheiro em espécie. “O Xand é a pessoa mais idônea que pode existir”, afirma. “Não é ele que administra a banda, ele só canta.”

A delegada Doralucia Oliveira de Souza, que conduziu as investigações, discorda. “Os artistas são sócios, não são só empregados”, diz. “É muito complicado pensarmos que eles não tivessem consciência do que estava acontecendo ali.” No papel, os vocalistas dividem a propriedade do grupo com os empresários Carlos Aristides, Zequinha Aristides, Isaías Duarte e Claudio Melo. Recentemente, depois que Solange ameaçou seguir carreira solo, a cantora aumentou sua participação de 10% para 25% nos lucros, igualando o percentual de Xand, e os empresários ficaram com o restante.

O esquema descoberto pela PF funcionava através de contratos subfaturados de shows, eventos e vendas de CDs e DVDs. Os suspeitos combinavam o valor com o contratante, mas apenas de 20% a 50% do preço era pago pelas vias oficiais e declarado ao Fisco. O restante, de acordo com a investigação, era entregue em dinheiro vivo, pouco antes das apresentações. No caso do Aviões do Forró, os valores ficavam na casa dos R$ 160 mil – entre os demais grupos, como o Solteirões do Forró, o cachê começava em R$ 50 mil. Cada uma das bandas faz, em média, 200 shows por ano. Isso significa que só o Aviões faturava R$ 32 milhões anuais em shows. Como até 80% do valor era escamoteado, a sonegação pode ter ultrapassado os R$ 25 milhões. A polícia também suspeita que os envolvidos lavavam dinheiro comprando imóveis e declarando valores menores do que os reais, para depois revendê-los pelo preço de mercado. Além disso, promoviam intensa confusão patrimonial entre pessoas físicas e jurídicas para driblar a fiscalização. Se depender da “For All”, a farra acabou.

Por @lingua

Fonte Istoé

Ver Postagem

Brincando de Iô-iô…Ministro é exonerado pra participar de votação da PEC

dep-fernando-filho-gustavO ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, foi exonerado do cargo nesta terça-feira (25), conforme publicação no “Diário Oficial da União”. Ele deixa a pasta temporariamente para retomar o cargo de deputado federal pelo PSB de Pernambuco e participar da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que define um teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos

A expectativa é de que a PEC seja analisada ainda nesta terça-feira, em segundo turno, pela Câmara após ter sido aprovada por 366 deputados na primeira votação. Se aprovado, o texto será enviado ao Senado para apreciação, também em dois turnos.

A intenção do Palácio do Planalto é acelerar as discussões nas próximas semanas com os senadores e ver promulgada a proposta até o fim deste ano. A emenda à Constituição cria um teto de gastos para os próximos 20 anos. O governo considera a aprovação essencial para sinalizar o compromisso com medidas de ajustes e ganhar confiança dos agentes econômicos.

Por @lingua

Fonte: Último Segundo – IG

Ver Postagem

PEC 241 é aprovada em segundo turno

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que limita o crescimento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos. A votação ocorreu no início da noite desta terça-feira (25). A matéria seguirá para apreciação do Senado.

 

aucx1y8j72459jft78k8l02nlA medida foi aprovada por 359 parlamentares, enquanto 116 votaram contra. A vitória do governo foi pouco menor do que a do primeiro turno, quando foram computados 366 votos a favor. Para garantir a aprovação na Câmara, eram necessários 308 sufrágios, o equivalente a três quintos do total. Após a votação, foram levados a apreciação dos participantes os destaques ao projeto, que são mudanças ao texto original.

A votação estava prevista para ocorrer no período da manhã. Entretanto, a sessão foi suspensa em razão da falta de quórum – era necessária a presença de 247 deputados em plenário. Os trabalhos foram reabertos à tarde.

Ao longo do dia, a oposição se movimentou para tentar impedir a aprovação da PEC. A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), líder da minoria, entregou ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma petição feita pela internet para que os parlamentares rejeitassem a proposta.  Segundo ela, cerca de 300 mil assinaturas foram coletadas. Também participaram da entrega deputados do PT, Rede e PSOL.

Apesar das movimentações dos oposicionistas, o governo teve tranquilidade para obter o número necessário para aprovar a medida. Na última segunda-feira (24), o presidente Michel Temer participou de uma “confraternização” com a base aliada para garantir o apoio à proposta. O encontro foi na casa de Rodrigo Maia.

Entenda a proposta

A PEC 241 limita o crescimento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos. O aumento das despesas fica restrito ao mesmo percentual do acumulado de 12 meses da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

São afetados pelos limites o Poder Executivo; tribunais e Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Senado, Câmara e Tribunal de Contas da União (TCU); e Ministério Público e Conselho Nacional do Ministério Público.

 

O governo garante que a PEC não irá afetar os investimentos em saúde e educação. O secretário de Acompanhamento Econômico, Mansueto Almeida, afirmou, em entrevista ao “Blog do Planalto” que “não existe teto para a saúde e para a educação, existe só um valor mínimo a ser aplicado”.

Almeida explicou que para 2017, “gasto da educação vai seguir a regra constitucional que determina que 18% de tudo o que o governo arrecada tem de ser aplicado” nesta área. Para os anos seguintes, o valor mínimo a ser aplicado será corrigido pela inflação.

Já na saúde, o secretário explica que “a regra atual determina que 13,7% da arrecadação deveria ser aplicada na área” e que, com a PEC, “o percentual de 15%, que estava previsto anteriormente para ser atingido em 2020, vira realidade no próximo ano”. Dessa maneira, diz, o mínimo a ser investido na saúde irá crescer R$ 10 bilhões. A partir de 2018, entretanto, tanto a saúde quanto a educação passam a ter os pisos definidos com base na inflação.

Próximos passos

Após passar pela Câmara, a PEC seguirá para o Senado. Segundo o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou que pretende levar o texto para votação em plenário ainda neste ano, mesmo que, para isso, tenha de adiar o início do recesso legislativo. Depois de aprovado pelos senadores, a matéria será encaminhada para sanção do presidente Michel Temer.

Por  @ Lingua

Fonte: Último Segundo – iG

Ver Postagem