Temer entra com ação no STF para desbloquear rodovias do país

 

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presidente Michel Temer entrou hoje (25) com uma arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), com pedido de liminar (decisão provisória), no Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de obter uma decisão única que permita o desbloqueio das rodovias do país, decorrente de protestos de caminhoneiros.

O relator sorteado para analisar a ADPF foi o ministro Alexandre de Moraes, que pode proferir uma decisão a qualquer momento.

A medida foi tomada após cinco dias de paralisação dos caminhoneiros, o que tem provocado o desabastecimento, principalmente de combustíveis, em diversas cidades do país. A categoria reivindica, entre outras coisas, a retirada de impostos sobre o diesel.

Na peça, assinada pelo próprio Temer e também pela advogada-geral da União, Grace Mendonça, o governo relata já ter entrado com dezenas de “ações pulverizadas” por todo o país, mas que decisões conflitantes têm sido proferidas sobre o tema, com alguns juízes concedendo liminares para liberar rodovias enquanto outros a negam.

Paralisação dos caminhoneiros na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro.
Diante das contradições, é necessária “uma atuação uniforme e rápida por essa Suprema Corte a fim de garantir segurança jurídica”. O governo argumenta que os bloqueios promovidos pelos caminhoneiros ferem preceitos fundamentais da Constituição, entre os principais o direito de “livre locomoção no território nacional em tempos de paz”.

O governo pede que o Supremo viabilize “a adoção de todas as providências cabíveis e necessárias pelas autoridades públicas competentes” para liberar as vias. Pede ainda que sejam suspensos os efeitos de qualquer outra decisão judicial que impeça “a livre circulação de veículos automotores nas rodovias federais e estaduais ocupadas em todo o território nacional”, bem como as decisões que impedem “a reintegração de posse” das rodovias pela União.

Em caso de descumprimento, o governo pede que seja imposta uma multa de R$ 100 mil por hora às entidades responsáveis, “por atos que culminem na indevida ocupação das vias públicas, inclusive acostamentos”, e de R$ 10 mil por dia a qualquer manifestante “que se recuse a retirar o veículo que esteja obstruindo a via pública”.

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Petrolina:Equipe da tv Grande Rio é agredida durante cobertura da greve de caminhoneiros

 

Resultado de imagem para letra uma equipe da TV Grande Rio foi hostilizada e agredida por manifestantes na BR 407 sentido a Afrânio-Pernambuco. Eles estiveram no local depois de realizar uma cobertura jornalística no município e, logo em seguida, fazer imagens da manifestação dos caminhoneiros contra o aumento da gasolina que chegou ao seu quinto dia. O repórter Paulo Ricardo Sobral, o cinegrafista Lucimário Sousa e o auxiliar Luciano José foram surpreendidos por um grupo em motos e vans.

Em contato com a produção, o jornalista detalhou os momentos de tensão e, temendo mais agressões, pediu que a polícia fosse acionada para fazer a segurança da equipe. “Hostilizaram a gente. Bateram no nosso carro. Não querem que a gente pare. Disseram que se a gente não passasse iam quebrar tudo. Eles disseram que não querem a nossa presença aqui. Não consegui nem fazer nada pelo celular porque foi bem tenso. Atacaram a gente. Quiseram agredir e pegar nosso equipamento. Foi muito tenso, muito mesmo”, narrou Paulo Ricardo Sobral.

O trabalho, como a captação de imagens e depoimentos, que já haviam sido feitos e deveriam ser reproduzidos no GRTV 1ª Edição, ao meio dia, de hoje, foram todos apagados de forma agressiva.

“Obrigaram a gente a apagar todas as imagens que tinhamos feito. Disseram que não poderíamos voltar por aqui se não eles incendiavam nossos carros e nossos equipamentos. Eles bateram no carro, algumas partes ficaram danificadas. Eles vieram atrás da gente numa moto em carros e numa van. Juntou uns 10. Obrigaram a gente a apagar tudo que tinha gravado. Até o do meu celular. Eles seguiram a gente”, completou o jornalista.

Um integrante do protesto que acompanhava o Programa de Rádio entrou em contato com o programa e disse que as agressões não partiram da classe dos caminhoneiros e que o movimento é pacífico.

O caminhoneiro Orlando, como se identificou por telefone, conta que não estava no momento, mas que os 100 motoristas de caminhão que estão na área estão em comunicação. “Isso não tem nada a ver com a nossa manifestação. Não foi caminhoneiro que fez isso aí. Lá tem muita gente, mototaxistas, vans e Ubers. Isso foram baderneiros. Não estamos aqui para hostilizar ninguém, estamos aqui em busca de nossos direitos”, explicou.

A Polícia Rodoviária Federal esteve no local para fazer a segurança da equipe.

O Sistema Grande Rio de Comunicação, através da TV Grande Rio e da Rádio Grande Rio FM acompanha o movimento desde o início, há cinco dias, e deu toda a visibilidade precisa ao ato, destacando a luta da classe pelo aumento dos combustíveis em todo o país.

Sistema Grande Rio-Gabriela Canário
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João Paulo enaltece trajetória de vida de Antonio Souza, pré-candidato ao Senado pela Rede

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ex-prefeito do Recife João Paulo (PCdoB) enalteceu a trajetória de vida do empreendedor social Antonio Souza, pré-candidato ao Senado pela Rede. A fala foi proferida durante a posse do novo diretório estadual do PTC, ato realizado no Recife, nessa quinta (24), com a presença do presidente nacional do partido, Daniel Tourinho, e do dirigente da sigla em Pernambuco, José Reginaldo, o Zé Bolacha, além de lideranças de todo o estado. O PTC, inclusive, foi o primeiro partido a declarar apoio oficial à chapa da Rede, formada por Antonio Souza e o Professor Jairinho para o Senado, além de Julio Lossio para o governo.

De acordo com João Paulo, Antonio Souza congrega bem o perfil de empreendedor com uma história de vida que é um exemplo. “Tive a oportunidade de conhecer o seu talento como um grande empreendedor. Depois, conheci a história de Antonio, que é uma história muito bonita. De um homem que lutou, como eu lutei. E que continua lutando, agora para melhorar a vida do povo”, enalteceu.

Em seguida, o ex-prefeito desejou sorte a Antonio Souza. “Trabalho, você realiza. Competência você tem; equipe você tem. Vejo muitos companheiros importantíssimos nessa trajetória. Na verdade, estamos precisando ter uma representação que defenda os interesses do Nordeste, de Pernambuco e do Brasil. E que tenha – como você tem – uma visão humanista, voltada para o trabalho, voltada para o pequeno”, pontuou João Paulo.

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Liderança de caminhoneiros do Centro-Oeste desmente acordo

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ideo gravado por Wallace Landim, representante dos motoristas autônomos do Centro-Oeste, desmente acordo anunciado pelo governo federal.

“Nós estávamos na Casa Civil e nem fomos ouvidos. Ninguém vai desbloquear estradas. A parada continua. ” ,disse.

O problema todo é que não há uma liderança única no protesto. São diversas correntes,e cada uma dessas correntes pensa diferente. Eis aí uma grande dificuldade.

 

Acompanhe o vídeo:

 

 

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Bolsonaro ensaia aliança com políticos suspeitos de corrupção

Jair Bolsonaro (PSL) se aproxima de Valdemar Costa Neto (PR), condenado no processo do

 

Resultado de imagem para letra com um discurso baseado na crítica à corrupção e à maneira tradicional de se fazer política, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) , pré-candidato à presidência da República, tem se esforçado, nas últimas semanas, para costurar alianças com políticos condenados pela Justiça e citados nos escândalos éticos que, em suas falas, ele afirma combater.

Bolsonaro já admite publicamente sua disposição em se encontrar com Valdemar Costa Neto , líder do PR condenado no processo do chamado “mensalão” a 10 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Costa Neto foi preso em 2013, mas no ano seguinte ganhou o benefício de cumprir sua pena em casa. Em 2016, foi perdoado pelo Supremo Tribunal Federal por seus crimes.

Com Costa Neto, Bolsonaro negociará a adesão do senador Magno Malta (PR) a sua candidatura. A intenção do presidenciável é de que Malta figure como candidato a vice-presidente em sua chapa.

Outro político apontado em delações premiadas de quem Bolsonaro tenta se aproximar é Paulo Skaf (MDB) , aliado de Michel Temer, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e pré-candidato ao governo paulista. À imprensa, o deputado federal já afirmou que é “simpático a Skaf”.

Em sua delação premiada, o ex-presidente da empreiteira Odebrecht, Marcelo Odebrecht, afirmou que repassou recursos ilegais à campanha de Skaf em 2014. O presidente da Fiesp nega as acusações.

Na própria legenda de Bolsonaro, o PSL, inclusive, há políticos com problemas na Justiça. Luciano Bivar, presidente nacional do partido, foi réu por associação criminosa e fraude telefônica, mas seu processo prescreveu por causa da demora da justiça.

Bolsonaro , que afirmava ser contra acordos partidários com políticos que ele considera “antiéticos”, se defende das acusações de oportunismo e hipocrisia. “E os partidos que querem negociar com o Temer? E os que podem caminhar com o PT? Só eu vou ser cobrado por isso?”, disse .

 

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TSE define quanto cada partido receberá de fundo eleitoral

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Resultado de imagem para letra a Justiça Eleitoral aprovou nesta quinta-feira (24), por unanimidade, uma resolução para regulamentar a distribuição de recursos do Fundo Eleitoral público, de R$ 1,716 bilhão, para financiar campanhas nas eleições deste ano.

Ficou definido, entre outros, que cada partido somente receberá os recursos após a executiva nacional da legenda aprovar e divulgar amplamente os critérios para distribuição do dinheiro entre os candidatos, que podem ser alvo de contestação pela Justiça Eleitoral.

Tendo como parâmetro o tamanho das bancadas no Congresso no dia 28 de agosto de 2017, o Tribunal Superior Eleitoral calculou qual a porcentagem dos recursos que caberá a cada partido. A legenda que receberá mas dinheiro será o MDB (13,64%), que deve ficar com R$ 234,19 milhões.

Em segundo lugar surge o PT (12,36%), com R$ 212,2 milhões, seguido por: PSDB (10,83%), com R$ 185,8 milhões; PP (7,63%), com R$ 130,9 milhões; e PSB (6,92%), com R$ 118,7 milhões. Partido Novo, PMB, PCO e PCB (0,57%) serão as legendas com menos recursos do Fundo Eleitoral, tendo direito a R$ 970 mil cada.

Após liberados, os valores serão transferidos para uma conta do diretório nacional de cada partido, que deverá promover a distribuição entre os candidatos, conforme os critérios divulgados. Nas prestações de contas eleitorais, a Justiça Eleitoral verificará se os critérios foram obedecidos.

A resolução aprovada nesta quinta prevê também que 30% dos recursos de cada partido deve ser aplicado na candidatura de mulheres, conforme confirmado na semana passada pelo próprio TSE .

De acordo com a lei que criou o Fundo Eleitoral , os critérios para a distribuição para cada partido foram:

I – 2% (dois por cento), divididos igualitariamente entre todos os partidos com estatutos registrados no TSE;

II – 35% (trinta e cinco por cento), divididos entre os partidos que tenham pelo menos um representante na Câmara dos Deputados, na proporção do percentual de votos por eles obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados;

III – 48% (quarenta e oito por cento), divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes na Câmara dos Deputados, consideradas as legendas dos titulares;

IV – 15% (quinze por cento), divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes no Senado Federal, consideradas as legendas dos titulares.

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“Agora estou limpa!”

Crédito: Divulgação

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a novela global “Segundo Sol”, ela é a vilã Karola. Na vida real, Deborah Secco, 38, disse que seu último ato de vilania foi vencido recentemente, e era a obsessão por retocar suas fotos antes de postar em redes sociais. O vício de ser magra e parecer magra foi superado com a ajuda do marido, o ator Hugo Moura. Capa da revista Glamurama, a atriz explicou tudo:

“Ele sempre falava: ‘Você tá afinando demais! Tive de escutar dele que era grave o que eu estava ajudando a construir. Mas agora estou limpa! Há dois meses não mudo nada!”. Apesar da vitória, reconhece: “Sou doente com esse negócio de emagrecer. Tento me curar todos os dias. Engordo um quilo e fico deprimida.”

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Um Senado comprometido

Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 

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quadro é desalentador. O Senado brasileiro virou a síntese da decadência da política. Levantamento feito por ISTOÉ revela que 69% dos 81 senadores possuem alguma pendência judicial. Os números mostram que 56 estão encrencados com a Justiça. Os crimes envolvendo os parlamentares da Câmara Alta são de fazer inveja aos ocupantes de qualquer penitenciária brasileira. Há casos de violência contra a mulher, ocultação de bens, peculato, crimes contra a fé pública, ocupação ilegal de apartamentos funcionais, crimes eleitorais, enriquecimento ilícito, corrupção, lavagem de dinheiro, além de muitos inquéritos derivados das delações premiadas da Odebrecht. O delito preferido dos senadores, no entanto, é a corrupção ou atos de improbidade administrativa: 49 deles respondem por crimes dessa natureza. A maioria, no entanto, se esconde atrás do foro privilegiado e os processos abertos para que possam ser julgados e condenados caminham a passos de cágado.

Desse cenário lamentável, porém, sobressai um dado positivo: os resultados da Operação Lava Jato no processo de saneamento da política brasileira. Afinal, houve um aumento significativo no número de senadores investigados após a deflagração da operação pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. Seis senadores, inclusive, já se tornaram réus no Supremo Tribunal Federal: Aécio Neves (PSDB-MG), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fernando Collor (PTC-AL), José Agripino Maia (DEM-RN), Romero Jucá (MDB-RR), Renan Calheiros (MDB-AL) e Valdir Raupp (MDB-RO). Collor foi denunciado por propinas de R$ 26 milhões desviadas da BR Distribuidora. Gleisi, Agripino, Jucá e Raupp se tornaram réus por repasses ilícitos de empreiteiras para suas campanhas eleitorais. Jucá também é investigado em outros 12 procedimentos. Agripino, por propinas na construção da Arena de Dunas, estádio de Natal da Copa do Mundo de 2014. Já Aécio foi acusado por pedir R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, em março de 2017. O tucano é alvo de mais nove inquéritos, que vão desde propinas para campanhas até fraude na licitação da cidade administrativa de Minas Gerais.

Dos 81 senadores, poucos se salvam: apenas 25 não carregam nenhum processo nas costas

Nem o presidente escapa

A Lava Jato também levou o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a ser investigado no STF. Delatores da Odebrecht revelaram repasses de R$ 2 milhões a ele. O ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas Nelson Mello, também em delação premiada, detalhou pagamentos de R$ 5 milhões em despesas de empresas que prestavam serviços à campanha de Eunício em 2014. Quem também está enrolado na Lava Jato é Renan Calheiros (MDB-AL), alvo de pelo menos 15 inquéritos no STF. Ele já é réu por usar recursos ilícitos da construtora Mendes Júnior para pagar a pensão de uma filha. Ainda na Lava Jato, há os casos dos senadores Benedito de Lira (PP-AL), incluído no chamado ‘quadrilhão do PP’ e Edison Lobão (MDB-MA), alvo de quatro inquéritos. José Serra (PSDB-SP) é investigado por fraudes na licitação do Rodoanel Sul.

O senador Telmário Mota (PTB-RR) é dono de um prontuário de corar a face: é investigado por violência contra a mulher. Uma universitária de 19 anos fez a denúncia em 2016 e disse ter sido agredida pelo senador, depois de viver maritalmente com ele por três anos. Na verdade, espancada a chutes e socos, que a fizeram desmaiar. Ele nega a agressão. “Desafio provar”, diz.
Entre os processos por atos de improbidade administrativa, chama atenção os do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). São pelo menos 12 procedimentos contra ele no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por irregularidades na sua gestão como prefeito de Nova Iguaçu, se é que é possível chamar aquela barafunda administrativa de gestão.

Todos os parlamentares citados, por óbvio, refutam as acusações. De qualquer forma, o eleitor precisa ficar atento ao passado dos candidatos. Em outubro, cada brasileiro escolherá dois senadores para representá-los em Brasília. Dos 54 com mandatos terminando neste ano e que pretendem disputar a reeleição, 24 são investigados na Lava Jato. É possível que até a eleição algum deles já esteja condenado pelo STF. Aí viram fichas-sujas. De caras limpas.

Da Revista Istoé

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Apresentador de TV baleado em Caruaru recebe alta

O jornalista Alexandre Farias foi baleado durante um tiroteio em Caruaru, no Agreste

 

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jornalista e apresentador Alexandre Farias, de 40 anos, atingido por uma bala pedida em setembro de 2017 em Caruaru,  recebeu alta na tarde desta quinta-feira (24). A informação foi confirmada pelo irmão de Alexandre, José Santos Júnior. “Nós já esperávamos que a alta de Alexandre acontecesse nesta quinta. Ele está bem e consciente, sem a necessidade de cuidados hospitalares”, comemorou Júnior.

apresentador ficará sob os cuidados de seu pai, que mora em Barra de Jangada, no município de Jaboatão dos Guararapes. Lá, ainda segundo o irmão, Alexandre continuará  fazendo exercícios de estímulos para a recuperação total dos movimentos. “Ele ficará em Barra de Jangada, na casa do meu pai. O tratamento continuará sendo acompanhado diariamente por médicos com fisioterapia, fonoaudiólogos e com técnicos de enfermagem”, disse.

De acordo com a assessoria do Hospital esperança,  o apresentador ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até o dia 6 de dezembro. No dia 2 de março deste ano, ele foi submetido a uma cirurgia de colocação de uma prótese craniana (cranioplastia), que proporcionou a evolução do quadro neurológico, físico e cognitivo.

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Papa orienta bispos a barrar seminaristas gays

Papa orienta bispos a barrar seminaristas gays, afirma jornal

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papa Francisco recomendou a bispos italianos que não aceitem seminaristas gays, afirmou nesta quinta (24) o jornal italiano La Stampa. A orientação teria sido dada em reunião da Conferência dos Bispos Italianos na segunda (21).”Fiquem de olho nas admissões aos seminários”, disse Francisco, segundo o jornal.

“Se tiverem dúvidas [sobre a orientação sexual dos candidatos], é melhor que não entrem.”O papa expressou a preocupação de que, quando as tendências homossexuais estão “profundamente enraizadas”, a pessoa pode ser levada a atos que comprometam a vida do seminário, a do próprio jovem e seu futuro sacerdócio.

Segundo Francisco, isso pode gerar escândalos que desfiguram o rosto da igreja, informou o La Stampa.As novas declarações devem animar conservadores que se alarmaram com a mudança na linguagem adotada por Francisco para falar da homossexualidade.

O encontro ocorreu apenas um dia depois que um chileno vítima de abuso sexual por membros da Igreja Católica afirmou que o papa lhe disse, em conversa privada, que Deus o havia feito gay e o amava daquela maneira.

A igreja considera a homossexualidade uma desordem imoral. Em 2005, o Vaticano disse que poderia admitir seminaristas que houvessem “superado” suas “tendências homossexuais” por pelo menos três anos.Em 2016, porém, outra norma fixou que se proibisse a entrada “daqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente arraigadas ou apoiam a chamada cultura gay”.

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